Fechar
GP1

Brasil

Ministro Nunes Marques nomeia namorada de Toffoli para nova diretoria do TSE

A nomeação foi oficializada por meio de portaria publicada na última quarta-feira (27).

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, nomeou a juíza Renata Gil Alcântara para assumir a recém-criada Diretoria de Assuntos Internacionais da Corte. A nomeação foi oficializada por meio de portaria publicada na última quarta-feira (27).

Antes de assumir a nova função, Renata Gil atuava como assessora da Presidência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, comandado pelo desembargador Ricardo Couto. A magistrada também ganhou destaque nacional por sua atuação no sistema de Justiça e por ter integrado o Conselho Nacional de Justiça até 2025.

Foto: Reprodução/Redes sociaisDias Toffoli e Renata Gil Alcântara
Dias Toffoli e Renata Gil Alcântara

A juíza é namorada do ministro Dias Toffoli, que também integra o quadro do TSE. Após a nomeação, ela afirmou nas redes sociais ter recebido o convite com "honra e responsabilidade" e destacou a importância da atuação internacional da Justiça Eleitoral brasileira.

“A missão também reforça a importância da presença feminina em espaços de decisão. Mulheres devem ser reconhecidas por sua competência, trajetória e pelo trabalho que constroem todos os dias”, escreveu.

A Diretoria de Assuntos Internacionais foi criada após uma reestruturação administrativa do tribunal, que extinguiu a antiga Assessoria de Assuntos Internacionais vinculada à Secretaria-Geral da Presidência. Entre as atribuições da nova unidade estão a representação do TSE em missões oficiais no exterior, a participação em fóruns e organismos internacionais e a divulgação do sistema eletrônico de votação brasileiro em outros países.

Além disso, a diretora será responsável por acompanhar atividades de observação eleitoral internacional e fortalecer a cooperação institucional entre o Brasil e organismos estrangeiros ligados à área eleitoral.

Renata Gil ingressou na magistratura em 1998 e construiu uma trajetória marcada pela atuação em pautas relacionadas à participação feminina e ao enfrentamento da violência contra as mulheres. No CNJ, exerceu funções como ouvidora nacional da mulher e supervisora da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres no Poder Judiciário.

Em 2019, tornou-se a primeira mulher eleita presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Também é fundadora do Instituto Nós por Elas, entidade voltada ao desenvolvimento de ações de combate à violência contra a mulher e à promoção da igualdade de gênero.

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.