O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (13) que conseguiu visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por apenas cinco minutos durante o horário autorizado para visitas em Brasília. Na publicação feita na rede social X, ele criticou as regras determinadas para o cumprimento da prisão domiciliar de Bolsonaro e afirmou que as medidas seriam mais rígidas do que as aplicadas a outros detentos. Ele também alegou que as restrições contribuem para o agravamento do estado de saúde do ex-presidente.
Segundo Eduardo, ele saiu de Santa Catarina para encontrar o pai dentro do período previamente autorizado pela Justiça, entre 8h e 10h. No entanto, relatou que Bolsonaro não teria conseguido despertar devido aos efeitos de medicamentos utilizados para tratar problemas de saúde.
Ontem, saí de Santa Catarina para encontrar hoje meu pai em Brasília, dentro da data previamente autorizada e seguindo o protocolo determinado por Alexandre de Moraes.
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) June 13, 2026
O horário de visita permitido era das 8h às 10h. Em razão dos fortes medicamentos que meu pai voltou a tomar… pic.twitter.com/c2roUErlNG
“Em razão dos fortes medicamentos que meu pai voltou a tomar para tentar amenizar os problemas de saúde que vêm se agravando, seu estado de sonolência se prolongou. Fui informado que ele não acordava, o que só conseguiu às 9h55. Em razão dos fortes medicamentos que meu pai voltou a tomar para tentar amenizar os problemas de saúde que vêm se agravando, seu estado de sonolência se prolongou. Fui informado que ele não acordava, o que só conseguiu às 9h55.” escreveu o ex-parlamentar nas redes sociais.
Eduardo também afirmou que o senador Flávio Bolsonaro recebeu autorização para levar as netas do ex-presidente para visitá-lo, mas que elas teriam sido impedidas de assistir à estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ao lado do avô em razão das restrições impostas.
As declarações foram divulgadas por meio das redes sociais de Eduardo Bolsonaro.
Lilian Aragão
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