Eduardo Bolsonaro
Nascimento: 10/07/1984
Partido: PSL
Profissão: Policial
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"Fui informado que ele não acordava” escreveu Eduardo Bolsonaro nas redes sociais.
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Deputado do PT afirma que ex-parlamentar pode ser alvo de pedido de prisão internacional.
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Segundo Eduardo, a medida defendida por ele seria a reaplicação das punições previstas na Lei Magnitsky.
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Durante discurso em Goiás, o petista citou a Inconfidência Mineira ao criticar os parlamentares.
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Ex-deputado citou reuniões com Trump e mencionou possível volta da Lei Magnitsky.
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Bancada do partido acusa senador de buscar pressão internacional contra facções criminosas brasileiras.
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Segundo relato de Heloísa Bolsonaro, esposa do ex-parlamentar, o jornalista teria ido até o imóvel.
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Segundo informações de bastidores, o convite partiu do próprio governo norte-americano.
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O pedido foi enviado ao ministro Moraes e solicita também que Jair Bolsonaro integre a investigação.
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Deputado afirmou que investiu recursos próprios no projeto cinematográfico produzido nos EUA.
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As informações sobre o documento foram divulgadas pelo The Intercept Brasil nesta sexta-feira (15).
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O entendimento foi consolidado nessa terça-feira (21), após Flávio Dino acompanhar o voto de Moraes.
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Ministra acompanha Moraes e vê crime em postagens sobre Tabata Amaral nas redes.
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Ex-deputado é réu por coação e obstrução, sessão será por videoconferência e não há presença confirmada.
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A declaração foi exibida em vídeo durante agenda de pré-campanha de Flávio em Porto Alegre.
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O senador disse que brigas desse tipo causam divisão e prejudicam o campo político da direita.
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A medida foi motivada por uma entrevista concedida por Eduardo Bolsonaro ao portal Metrópoles.
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A declaração foi feita em entrevista, na qual ele citou diretamente o nome do ministro do STF.
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Em vídeo publicado nas redes sociais na noite de sábado (4), Flávio pediu “racionalidade”.
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A oitiva será realizada por videoconferência e poderá ocorrer mesmo sem a presença do acusado.
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Os advogados prestaram esclarecimentos nesta segunda-feira (30) junto ao ministro Alexandre de Moraes.
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"Vá tomar conta de seus escândalos de corrupção que enojam o STF inteiro”, disse o ex-deputado.
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O despacho foi publicado nesta segunda-feira (30) e cita um trecho da fala de Eduardo em um evento.
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O procedimento interno apura a conduta de Eduardo, que é escrivão da PF desde 2010.
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O pedido, feito na segunda-feira, tem como objetivo reforçar o processo administrativo.
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No documento, consta que o ex-parlamentar encontra-se “em lugar incerto e não sabido”.
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O filho de Jair Bolsonaro discursou, por videoconferência, no ato realizado na Avenida Paulista.
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O ex-presidente também defendeu a necessidade de manter a harmonia entre os conservadores.
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Eduardo terá que entregar a arma funcional e a carteira profissional no prazo de até 5 dias úteis.
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Eduardo também perdeu, recentemente, o seu mandato de deputado por não comparecer às sessões.
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No despacho, o ministro afirmou que o ex-deputado federal está em “local incerto e não sabido”.
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Após o encontro com Bolsonaro, o parlamentar falou com jornalistas sobre as críticas recentes.
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"Já foram vários presidenciáveis de direita nas Américas assassinados ou tentados”, escreveu.
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Agora caberá ao STF analisar o mérito das acusações e decidir sobre o prosseguimento da ação penal.
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Segundo a PGR, ambos praticaram crime de coação relacionada às sanções dos EUA em desfavor do Brasil.
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Senador busca fortalecer parcerias políticas e econômicas no Oriente Médio em agenda internacional.
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A solenidade ocorrerá em Mar-A-Lago Club, resort de Donald Trump , no dia 10 de fevereiro.
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A corporação instaurou procedimento por faltas não justificadas do ex-deputado ao serviço.
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Segundo aliados do parlamentar o encontro faz parte da estratégia de aproximação institucional.
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“É preciso recordar os horrores que a humanidade é capaz de cometer contra o próprio ser humano", disse.
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