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Ciência e Tecnologia

Redes sociais são ponto de apoio para divulgação de dados sobre covid-19

O Mapa de vacinação contra a covid-19, aponta que somente 4% da população brasileira foi vacinada até o momento.

O Núcleo Jornalismo, plataforma de Jornalismo de Dados publicou análise sobre o aumento de divulgação científica sobre a covid-19 em redes sociais, especialmente o Twitter. De acordo com a pesquisa, publicada nesta quinta-feira (11) o engajamento tem recrudescimento coincidente com o agravamento da pandemia.

O Mapa de vacinação contra a covid-19, aponta que somente 4% da população brasileira foi vacinada até o momento. O número, bem abaixo do necessário, já colocou o Brasil em 1º colocado no ranking de número de infectados e óbitos neste primeiro ano de pandemia.

Durante este período, as redes sociais tem sido um local de intensa divulgação científica sobre a doença. Pesquisadores, cientistas, especialistas em seus perfis são responsáveis por informar incialmente jornalistas e formadores de opinião, hoje, já alcança outros públicos.

A análise feita através de tweets são monitorados pela ferramenta Science Pulse – responsável por organizar publicações e tendências relativas a ciência e jornalismo – demonstra aumento do engajamento nos perfis de divulgadores científicos brasileiros, a principal característica é que este aumento coincidem com o agravamento dos números no país relativos ao coronavírus.

Importância

De acordo com o Núcleo, a pluralização e crescimento consistente que se deu entre junho de 2020 e março de 2021 demonstra, em um cenário em que a alta difusão de desinformação como esses profissionais tem sido essenciais na disseminação de informações sobre a pandemia.

Isso aponta uma mudança permanente nas redes, que levou cientistas e pesquisadores a uma potente voz. Segundo o estudo, muitos não tinham sequer conta no Twitter antes de 2020.

12 das principais vozes brasileiras tiveram em média 411 curtidas e RT por tweet na primeira semana de monitoramento. Até a semana encerrada no dia 4 de março, os mesmo divulgadores, mais que dobraram seu engajamento.

O estudo aponta que, as cinco semanas com maior volume de engajamento dos 12 principais perfis brasileiros de divulgação cientifica, foram em 2021, ano com maior número de caso da doença até o momento.

Confira o estudo completo aqui.

*Com informações do repórter Renato Rodrigues

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