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Coronavírus no Piauí

Fila por leitos de UTI zera no Hospital de Urgência de Teresina

Em abril, a unidade hospitalar já havia zerado a fila de espera por enfermarias Covid.

Pela primeira vez, desde o dia 08 de março quando o pronto atendimento do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) passou a atender prioritariamente pacientes com covid-19, não há fila de espera por leitos de UTI, nesta segunda-feira (03). A informação foi confirmada pelo Núcleo Interno de Regulação (NIR) junto a Central Reguladora do Município, órgão responsável pelo encaminhamento de pacientes aos estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS.

Em abril, a unidade hospitalar já havia zerado a fila de espera por enfermarias Covid, porém, mesmo com a folga nos números a fila de espera zerada não significa que não exista mais demandas para os leitos de UTI do HUT.

Foto: Lucas Dias/GP1Hospital de Urgência de Teresina - HUT
Hospital de Urgência de Teresina - HUT

“Zerar a fila não significa que não apareça mais pacientes, durante o dia é comum aparecer alguns pacientes aguardando leitos hospitalar, porém não é considerada fila, visto que esses encaminhamentos dependem também das condições clínicas dos pacientes e da logística de transporte e com a redução dos casos podemos atender mais rapidamente esses usuários na rede pública”, explica Nayane Formiga, coordenadora do NIR da unidade hospitalar.

De acordo com Fábio Marcos, diretor geral do HUT, a abertura de novos leitos e aumento da capacidade de atendimento foi fundamental.

“A abertura de novos leitos e o aumento da capacidade de atendimento da maior unidade de saúde pública vinculada a Fundação Municipal de Saúde (FMS) foi determinante para essa vitória. Mas, mesmo com o cenário um pouco mais equilibrado a situação de alerta se mantém, pois, de toda forma, a taxa média de ocupação dos leitos continua alta, superior a 90% e a população deve continuar seguindo todas as orientações das autoridades sanitárias”, disse.

O Hospital de Urgência de Teresina (HUT) multiplicou o número de leitos, saindo de 18 para os atuais 94 destinados exclusivamente a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O atendimento foi segregado para continuar a dar suporte a vítimas de trauma e demais não relacionado à Covid-19.

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