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Economia e Negócios

João Roma acredita que PEC dos Precatórios vai ser aprovada no Senado

O ministro da Cidadania também disse esperar que os senadores mantenham o atual texto da proposta.
Por Estadão Conteúdo

Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios em segundo turno, o ministro da Cidadania, João Roma, demonstrou confiança no aval ao texto no Senado. Roma também disse esperar que os senadores mantenham o atual texto. O relator da PEC dos precatórios no Senado será o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Medida para viabilizar o pagamento de R$ 400 no Auxílio Brasil até dezembro de 2022, a PEC dos precatórios foi aprovada na terça na Câmara por 323 a 172 votos. Na visão do ministro, a aprovação foi "expressiva". "Isso nos deixa muito confiantes que o Senado também poderá agir com toda diligência. Assim como o presidente Rodrigo Pacheco, depois de conhecer toda a matéria, mostrou sua sensibilidade e disse que iria empenhar esforços para inclusive sensibilizar os pares senadores", afirmou Roma a jornalistas.

Roma insistiu que a PEC deve ser aprovada o mais rápido possível. "Se essa tramitação se estender até o próximo mês, irá inviabilizar que o benefício de R$ 400 chegue aos brasileiros em dezembro. Para funcionar em dezembro, precisamos finalizar as tratativas até novembro, que não é apenas a aprovação da PEC, tem todo um bastidor para viabilizar", disse o ministro. "Cabe ao Senado Federal ter sensibilidade e somar esforços." Mais cedo, Bezerra disse contar com a aprovação do texto até 2 de dezembro.

O ministro disse ainda que a proposta já foi amplamente discutida no Congresso e, por isso, espera manutenção do texto no Senado. "O que esperamos é que não (haja mudanças), queremos é aprovação no mais curto espaço possível", afirmou. Por outro lado, ponderou que o Senado Federal tem autonomia para eventualmente alterar o texto da PEC. Ele ainda agradeceu aos deputados, ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e ao relator do projeto na Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) pela aprovação da medida.

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