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Eleições 2026

PT não tem divergência com o governador Rafael Fonteles para escolha de vice, diz Francisco Limma

Segundo o parlamentar, as discussões internas sobre o tema têm ocorrido de forma coletiva.

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Francisco Limma, afirmou que o Partido dos Trabalhadores não registra divergências com o governador Rafael Fonteles sobre a definição do nome que irá compor a vaga de vice na chapa majoritária nas eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, as discussões internas sobre o tema têm ocorrido de forma coletiva, envolvendo o diretório estadual do partido e o próprio governador, sem registro de conflitos entre as posições apresentadas. Ao comentar questionamentos sobre possíveis diferenças de entendimento, Limma pontuou que Rafael Fonteles expôs sua avaliação estratégica sobre o cenário eleitoral, enquanto os membros do diretório estadual também apresentaram seus posicionamentos.

Foto: Lucas Dias/GP1Francisco Limma, deputado estadual pelo PT
Francisco Limma, deputado estadual pelo PT

“Eu não tenho conhecimento [divergência entre PT e Rafael Fonteles]. Um dia desses nós fizemos uma reunião bastante extensa com o governador, onde o governador apresentou aquilo que ele acha que é estratégico e os membros do diretório estadual também se posicionaram. Então, na política ninguém toma decisão, na política nada é feito individualmente, é sempre feita de forma coletiva, construindo os consensos, construindo os entendimentos”

Escolha de vice em julho

A definição do nome que irá ocupar a vaga de vice também foi abordada pelo governador em entrevista concedida ao jornalista Neile Castelo Branco, da TV GP1. Na ocasião, Rafael Fonteles evitou antecipar nomes, mas não descartou a possibilidade de o secretário estadual de Educação, Washington Bandeira, ser escolhido para compor a chapa majoritária na disputa de 2026.

Durante a entrevista, o governador explicou que a escolha oficial do vice ocorrerá no período das convenções partidárias, previsto para julho de 2026. Segundo ele, o processo envolverá diálogo com as legendas que integram a base aliada, quando serão apresentadas sugestões para que os partidos, de forma soberana, definam as chapas majoritárias e proporcionais que disputarão as eleições do próximo ano.

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