Líder do Governo na Assembleia Legislativa do Piauí, o deputado estadual Dr. Vinicius Nascimento (PT) afirmou que não existe conflito entre o governador Rafael Fonteles e o ministro Wellington Dias em relação à escolha do vice da chapa majoritária deste ano. Segundo o parlamentar, a discussão ocorre de forma natural dentro do Partido dos Trabalhadores.
De acordo com Dr. Vinicius, a percepção de conflito é individual e não corresponde ao que ele observa nas conversas com as principais lideranças envolvidas no processo. O deputado citou diálogos mantidos com o governador, com o ministro Wellington Dias, com Vinícius Dias e com o ex-secretário de Educação Washington Bandeira, afirmando que não identifica divergências.
“A sensação do conflito é muito individual. Eu nunca senti o conflito, tanto na conversa com o governador, com o ministro Wellington, com Vinícius Dias, com o Washington Bandeira. Eu não sinto essa sensação de conflito. Eu sinto que eles estão construindo uma solução pacífica para o nosso partido e, principalmente com essa determinação dos grandes partidos da base, que ficou para o Partido dos Trabalhadores a vaga de vice, então é natural que realmente se discuta. Então, eu não vejo nenhum conflito, eu vejo que realmente o Partido dos Trabalhadores não perde a sua essência, está cada vez mais consolidado, está cada vez mais forte para poder manter essa discussão preocupada com o futuro do nosso Estado”, afirmou o deputado.
Governador descartou resistência
O governador Rafael Fonteles também se manifestou sobre o tema e declarou não perceber resistência interna ao nome de Washington Bandeira para a vaga de vice. Segundo o chefe do Executivo estadual, o diálogo ocorre de maneira permanente, tanto dentro do PT quanto com os partidos aliados.
“Não, não sinto resistência, obviamente que o diálogo é permanente, não é só agora, é todo o tempo. E como eu falei, eu ia me manifestar sobre a minha opinião sobre o processo, continuo obviamente trabalhando para que essa forma seja o mais consensual, mas essa decisão cabe aos partidos, eles que tomam decisões sobre candidaturas. Eu, por exemplo, manifestei que humildemente vou colocar o meu nome à disposição do partido para disputar uma reeleição, mas quem vai decidir sobre a minha eventual candidatura ou não é o partido político”, disse o governador.
Davi Fernandes
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