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Internacional

Alunos trocam nudes por aplicativo disfarçado de calculadora

A polícia tomou a frente do caso e tenta descobrir se os jovens foram coagidos a participar.

Um aplicativo disfarçado de calculadora está causando o maior alvoroço em uma escola do ensino médio do Colorado, Estados Unidos. Pais de aluns descobriram que os filhos mandavam fotos nuas para os colegas por meio do aplicativo. Os "nudes" foram descobertos após o começo das investigações.

Imagem: DivulgaçãoA polícia tomou a frente do caso e tenta descobrir se os jovens foram coagidos a participar. (Imagem:Divulgação)A polícia tomou a frente do caso e tenta descobrir se os jovens foram coagidos a participar.

Até agora foram encontrados fotos de cerca de 100 estudantes, incluindo alunos de até 14 anos. A polícia tomou a frente do caso e tenta descobrir se os jovens foram coagidos a participar.

De acordo com o G1, o superintendente do Distrito Escolar de Cañon City, George Welsh declarou que dependendo do resultado das investigações, os alunos podem enfrentar acusações criminais. Ele informou que os alunos usavam o aplicativo do tipo "baú", que aparentava ser uma calculadora, mas escondia ferramentas de compartilhamento e armazenamento de fotos.

Medidas Drásticas

O superintendente informou que o distrito escolar tem um total de 3.800 estudantes, e a escola onde foram encontradas as fotos, tem cerca de mil alunos, mas não foi possível saber quantos estudantes estariam envolvidos no caso.

Para punir os alunos pelo caso, a escola decidiu suspender um jogo do time de futebol americano, sacrificando a temporada da equipe. Welsh informou que se o time tivesse vencido a partida, teriam empatando em pontos pelo titulo do campeonato e teriam uma chance de participar das finais.

Começo das Investigações

A escola informou no Facebook na quarta-feira (4), por meio de post, que uma denúncia anônima feita em um site do Colorado, além de relatos de estudantes, foi responsável pelo início das apurações. Na noite da sexta-feira (6), a nota havia sido apagada.

O post da escola afirmava que a justiça estava auxiliando a polícia nas investigações, que tentam descobrir se algum adulto está envolvido no caso. O superintende do caso negou que algum adulto esteja envolvido nas fotos.

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