O principal suspeito de provocar os atentados terroristas em Paris, Salah Abdeslam, que ser extraditado para a França para “colaborar” com as investigações policiais e judiciais, segundo o advogado de defesa, Sven Mary. O tribunal tem até amanhã (01) para decidir se autorizam ou não. As informações são da agência ‘France Presse’.
Em comunicado à imprensa, o assistente de Sven, Cedric Moisse, afirmou hoje (31) que a informação é verídica. "Salah Abdeslam quer ser entregue às autoridades francesas. Ele concorda, portanto, com a execução do mandato de detenção europeu. Posso confirmar também que deseja colaborar com as autoridades francesas", completou.
Salah é o único sobrevivente dos envolvidos no ataque na capital francesa que deixou 130 mortos e mais de 200 feridos. Segundo as polícias francesa e belga, o irmão dele chamado Brahin foi um dos homens-bomba no atentado que ocorreu dia 13 de novembro do ano passado.
Ele está detido em Bruxelas, capital da Bélgica, desde o dia 18 de março. Ainda de acordo com o advogado ele não sabia dos atentados na capital belga na última terça-feira (22). Segundo a Procuradoria do país, foram três explosões por volta das 8h15 (4h15 de Brasília), sendo duas no Aeroporto Internacional de Zaventem e uma na estação de metrô de Maelbeek e deixou pelo menos 28 pessoas e 55 feridos.
Imagem: SICOP/ AFP
Salah Abdeslam
Salah Abdeslam Em comunicado à imprensa, o assistente de Sven, Cedric Moisse, afirmou hoje (31) que a informação é verídica. "Salah Abdeslam quer ser entregue às autoridades francesas. Ele concorda, portanto, com a execução do mandato de detenção europeu. Posso confirmar também que deseja colaborar com as autoridades francesas", completou.
Salah é o único sobrevivente dos envolvidos no ataque na capital francesa que deixou 130 mortos e mais de 200 feridos. Segundo as polícias francesa e belga, o irmão dele chamado Brahin foi um dos homens-bomba no atentado que ocorreu dia 13 de novembro do ano passado.
Ele está detido em Bruxelas, capital da Bélgica, desde o dia 18 de março. Ainda de acordo com o advogado ele não sabia dos atentados na capital belga na última terça-feira (22). Segundo a Procuradoria do país, foram três explosões por volta das 8h15 (4h15 de Brasília), sendo duas no Aeroporto Internacional de Zaventem e uma na estação de metrô de Maelbeek e deixou pelo menos 28 pessoas e 55 feridos.
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