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Internacional

Na ONU, Hungria fala em Terceira Guerra Mundial e defende Trump como “esperança” da Ucrânia

Szijjártó elogiou a postura de Trump em relação ao conflito,defendendo a retomada de negociações diretas.

O ministro das Relações Exteriores e Comércio da Hungria, Péter Szijjártó, afirmou nesta quarta-feira (24), durante discurso na Assembleia Geral da ONU, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seria a “única esperança para a paz na Ucrânia”. O chanceler criticou duramente a União Europeia (UE), acusando o bloco de sabotar iniciativas de diálogo e adotar medidas que, segundo ele, prejudicam mais a economia europeia do que a russa.

No pronunciamento, Szijjártó elogiou a postura de Trump em relação ao conflito, defendendo a retomada de negociações diretas com Moscou. Ele disse esperar que o republicano “não desista de seus esforços” e garantiu que Budapeste continuará a apoiar conversas de alto nível entre Washington e o Kremlin.

Além das referências à guerra, o ministro também direcionou ataques à política migratória da UE, associando a chegada de imigrantes ilegais a problemas sociais como o “antissemitismo moderno” e “guerras de gangues”. Ele ainda acusou uma “corrente liberal extrema” de atacar valores familiares.

Aliado próximo do primeiro-ministro Viktor Orbán, Szijjártó chegou a parafrasear o slogan de campanha de Trump ao afirmar que é preciso “tornar a Hungria grande novamente”. Em sua avaliação, o mundo enfrenta o risco de uma Terceira Guerra Mundial, o que reforçaria, segundo ele, a necessidade de cooperação internacional para evitar um colapso global.

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