O estilista italiano Giorgio Armani morreu aos 91 anos, nesta quinta-feira (04), deixando um legado marcado pelo estilo minimalista, sofisticado e por suas contribuições inesquecíveis ao cinema e às passarelas.
A morte foi confirmada em comunicado oficial pelo Grupo Armani, que destacou a importância de seu fundador. “Com infinita tristeza, o Grupo Armani anuncia o falecimento de seu criador, fundador e incansável força motriz: Giorgio Armani”, informou a casa de moda. A empresa não divulgou a causa exata, mas ressaltou que o designer já enfrentava problemas de saúde há algum tempo.
Nos últimos meses, a fragilidade de Armani havia se tornado mais evidente. Em junho de 2025, pela primeira vez em sua trajetória, ele não compareceu aos desfiles de sua marca durante a Semana de Moda Masculina de Milão — um marco que antecipava sua condição delicada.
Reconhecido como um dos maiores nomes da alta-costura mundial, Armani transformou sua marca em um verdadeiro império, com receitas anuais estimadas em cerca de 2,3 bilhões de euros. Sua visão redefiniu a moda contemporânea e consolidou o estilo italiano como referência global.
Caroline Vitorino
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