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Timon - Maranhão

Vereador de Timon nega envolvimento em homicídio: "tenho plena consciência de minhas ações"

Recentemente, Kaká do Frigo Sá conseguiu um habeas corpus que revogou sua prisão preventiva.

O vereador Luís Carlos da Silva Sá, o Kaká do Frigo Sá (Agir), do município de Timon, veio a público nesta quinta-feira (15) se manifestar a respeito do processo ao qual responde na Justiça, por acusação de homicídio. Em nota publicada nas redes sociais, ele negou qualquer envolvimento no crime, ocorrido em 2023 no município de Matões.

No pronunciamento, o parlamentar mencionou o habeas corpus obtido recentemente, que revogou o mandado de prisão preventiva em seu desfavor e lhe garantiu o direito de responder em liberdade.

Foto: Reprodução/ InstagramKaká do Frigo Sá
Kaká do Frigo Sá

“Esta decisão proferida em meu favor me possibilitará acompanhar o processo em liberdade e ter condições de mostrar categoricamente minha inocência por meio de provas apresentadas ao juízo da causa, o único com a prerrogativa para fazer qualquer julgamento”, declarou o vereador.

Kaká do Frigo Sá enfatizou que acredita na Justiça e que nada relacionado ao crime será provado contra ele. “Acredito plenamente na Justiça e nas provas apresentadas pela minha defesa. Reforço que a situação está sendo tratada de forma séria e coerente, de modo que, ao final, possa ter o deslinde satisfatório. Além disso, acentuo que tenho plena consciência de minhas ações e ressalto que nada contra mim foi ou será provado”, consta na nota.

Entenda o caso

O vereador se tornou réu pela acusação de ser o mandante do assassinato de Antônio de Pádua Cunhas Santos, oferecendo pagamento de R$ 100 mil aos executores. O crime ocorreu em 15 de janeiro de 2023, no município de Matões (MA). Em meio ao processo, o parlamentar teve prisão preventiva decretada e recorreu, tendo o pedido deferido no dia 4 de janeiro pelo desembargador José Jorge Figueiredo dos Anjos, que impôs, como medida alternativa, o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Leia a nota na íntegra:

Eu, Luís Carlos, mais conhecido como Kaká do Frigo Sá, venho, por meio desta nota pública, me manifestar a respeito das acusações apresentadas contra mim. Esclareço que precisei me afastar para entender a situação, preservar minha imagem e cultuar o silêncio necessário, até que, me valendo dos direitos constitucionais do contraditório e da ampla defesa, pudesse obter decisão judicial que me garantisse o direito básico da liberdade.

Esta decisão proferida em meu favor me possibilitará acompanhar o processo em liberdade e ter condições de mostrar categoricamente minha inocência por meio de provas apresentadas ao juízo da causa, o único com a prerrogativa para fazer qualquer julgamento.

Destaco que confio em Deus, acredito plenamente na Justiça e nas provas apresentadas pela minha defesa. Reforço que a situação está sendo tratada de forma séria e coerente, de modo que, ao final, possa ter o deslinde satisfatório. Além disso, acentuo que tenho plena consciência de minhas ações e ressalto que nada contra mim foi ou será provado.

Na certeza de que a verdade sempre prevalece, mantenho-me plenamente à disposição da Justiça para quaisquer esclarecimentos que sejam necessários.

Por fim, aproveito o momento para agradecer imensamente aqueles que, conhecendo o meu trabalho, a minha história e principalmente o meu caráter, continuam depositando sua confiança em mim. Permaneço seguro de que tudo irá se desenrolar da melhor forma possível.

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