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Nos últimos meses, os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre Cuba com novas sanções.
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A informação foi confirmada pelo presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel.
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Segundo Rubio, as sanções têm como objetivo atingir quem atua para "desestabilizar" a segurança dos EUA.
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A informação foi divulgada nessa segunda-feira (16) em reportagem do jornal The New York Times.
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A notícia ocorre em meio a uma grave crise energética que afeta a ilha, segundo a agência France-Presse
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Pressões aumentaram após a operação venezuelana e envolvem busca por interlocutores em Cuba.
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Em publicação o republicano disse que cessou o fluco de petróleo e dinheiro da Venezuela para Havana.
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A fala do presidente ocorreu durante a 4ª Cúpula Celac–União Europeia, que reúne líderes.
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A medida, anunciada pelo secretário Marco Rubio, também atinge outros altos funcionários do regime.
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Será a primeira vez que o líder cubano irá ao encontro, atendendo a um convite do presidente Lula.
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O artigo publicado também menciona a deterioração da infraestrutura e o aumento do êxodo de cubanos
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"Queremos conversar sobre o que mais o Brasil pode fazer para ajudar Cuba" afirmou a presidente do PT.
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Líder do regime cubano afirmou que os protestos são fomentados pelos "inimigos da revolução".
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Além do montante em atraso, existem parcelas futuras no valor de US$ 525 milhões (R$ 2,6 bilhões).
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Uma carta de Lula foi entregue a Díaz- Canel mostrando o desejo do presidente em aproximar os países.
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A menina foi convocada, na segunda (07), oficialmente a comparecer a uma estação policial em Havana.
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Desde 2009, nos governos de Lula e Dilma, o Brasil concedeu mais de R$ 600 milhões para Cuba.
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A eleição do presidente do país também não é por voto popular, sendo feita em uma reunião parlamentar.
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Cuba está passando por uma onda de protestos contra a ditadura, pela primeira vez em mais de 60 anos.
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