Celso de Mello também fixou um prazo de 60 dias para que a Polícia Federal escute Moro, conforme solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Presidente voltou a rebater Sérgio Moro, que o acusou sobre tentar interferir na PF, e disse que ex-ministro terá de provar ‘acusações graves’ na Corte.
"Não me preocupo; já passei por isso durante e depois da Lava Jato. Verdade acima de tudo. Fazer a coisa certa acima de todos", disse o ex-ministro, por meio de seu Twitter.
Titular da Economia vive ‘fritura’ deflagrada pela insistência no discurso de manutenção da política de ajuste fiscal; desavença envolve agora o outro ‘superministro’ da Esplanada.
Após deixar o Ministério da Justiça, Sérgio Moro enviou ao Jornal Nacional, na tarde desta sexta-feira (24), registros de uma troca de mensagens que teve entre ele e Bolsonaro.
Segundo o Estado apurou, o desembargador aposentado está mantendo conversas reservadas com interlocutores do presidente Jair Bolsonaro, que não deve anunciar hoje o novo titular da pasta.
Pedido é assinado pelos senadores Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato, a deputada federal Joenia Wapichana e os porta-vozes do partido, Pedro Ivo Batista e Laís Garcia.
Integrantes do Ministério Público Federal (MPF) ouvidos pelo Estado apontam que, conforme os indícios apontados por Aras, tanto Bolsonaro quanto o próprio Moro serão alvos da investigação.
A decisão do ex-juiz ao pedir demissão do cargo de ministro da Justiça, ocorreu após o presidente Jair Bolsonaro impor um nome para comandar a Polícia Federal e assim ter acesso a informações
No Twitter, presidente destaca que legilslação estabelece ser sua função nomear diretor-geral do órgão; tradição é que escolha seja do ministro da Justiça.
Moeda americana tem variação de quase 40% somente em 2020; cotação já alcançou R$ 5,59; euro também tem forte alta e ultrapassa R$ 6 pela primeira vez.
De acordo com publicação, assinada também pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, a exoneração foi 'a pedido'; diretor da Abin é cotado para chefiar PF.
De acordo com publicação, assinada também pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, a exoneração foi 'a pedido'; diretor da Abin é cotado para chefiar PF.
Em entrevista ao Estado, Ibaneis disse que Moro "nunca fez nada" desde que chegou ao ministério e que seria melhor que ex-juiz voltasse para as investigações de corrupção..
Mais cedo, Moro avisou a Bolsonaro que deixará o governo caso o mandatário imponha um novo nome para o comando da Polícia Federal, atualmente ocupado por Maurício Valeixo.
De acordo com interlocutores do presidente, Moro não chegou a pedir demissão, mas afirmou que não concordava com a troca e reavaliaria sua permanência no governo.
Especialista em inteligência e combate ao narcotráfico, Maurício Leite Valeixo, diretor-geral da Polícia Federal, mantém relação de longa data com ministro Sergio Moro.