A censura foi decretada pela juíza Cristina Serra Feijó, da 33ª Vara Cível do Rio, que atendeu a um pedido da defesa de Flávio e apontou risco de dano à ‘imagem’ do senador.
Ministro do STJ disse que não vislumbrou prejuízo à defesa no julgamento do Tribunal de Justiça do Rio que manteve decisões do juiz Flávio Itabaiana após conceder foro privilegiado ao senador
Fábio Dutra, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, manteve liminar que proibiu emissora Globo de divulgar peças da investigação que mira o senador Flávio Bolsonaro.
Recurso do senador para suspender as apurações foi negado, em caráter liminar, pelo ministro Felix Fischer, em abril deste ano; decisão será avaliada pelo colegiado da Corte.
Na avaliação vice-procurador-geral da República, STF não enfrentou situação como a do filho do presidente - de deputado estadual que virou senador logo em seguida, em mandatos seguidos.
A partir de quebras de sigilos bancários, Ministério Público do Rio identificou pagamento de R$ 25 mil em espécie na conta de Fernanda Bolsonaro em 2011 e atribuiu transação ao ex-assessor.
Defesa do senador alega que, por ter ganhado direito a foro privilegiado, ele não pode ser investigado pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc).
Em recurso ao STJ, subprocurador-geral da República Roberto Luíz defende que decisão do presidente da Corte, ministro João Otávio de Noronha, que colocou o casal em domiciliar merece integral
Os defensores do senador sustentam que o Ministério Público do Rio se adiantou e descumpriu a lei ao entrar com ação diretamente no STF ao invés de apresentar recurso da decisão no autos do p
A defesa do senador argumenta ainda que Flávio nunca ficou sem o foro privilegiado uma vez que a passagem do cargo de deputado estadual para senador, em 2019, ocorreu sem intervalo.
Felipe Cruz Pedri está cotado para assumir uma função na Secom, comandada por Fabio Wajngarten, apontado como o patrocinador da volta dele ao Planalto.
Rede social afirma que identificou 35 contas, 14 páginas, 1 grupo e 38 contas no Instagram ligados a políticos que mantinham comportamento 'inautêntico'.
Decano adotou rito abreviado na reclamação do partido sobre a decisão do Tribunal de Justiça do Rio, que tirou o caso das 'rachadinhas' das mãos do juiz Flávio Itabaiana.
Senador ganhou habeas corpus e fica livre do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que mandou prender Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do filho mais velho do presidente.
Luciana Pires e Rodrigo Roca informaram que protocolaram o pedido junto ao Ministério Público do Rio de Janeiro para que Flávio possa ‘prestar esclarecimentos’ sobre os fatos.
Depoimento foi determinado em procedimento aberto para apurar declarações do empresário Paulo Marinho que afirma que o Flávio foi previamente informado sobre investigações envolvendo Queiroz.
Parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da terra’, disse o presidente; ex-assessor de Flávio Bolsonaro é investigado em suposto esquema de rachadinha.
Segundo integrantes do governo, presidente convocou o ministro da Justiça, André Mendonça, e o ministro Jorge Oliveira para uma reunião no Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira.
Alessandra Esteves Marins, lotada no escritório de apoio do senador, que fica no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, é um dos alvos da Operação Anjo, que prendeu Fabrício Queiroz.
“Em clara medida de intimidação o movimento hacktivista "Anonymous Brasil" divulgou, em conta do Twitter, dados do Presidente da República e familiares”, escreveu o presidente.
Decano colocou testemunho do empresário sob sigilo na noite de segunda, 25, e em seguida, negou pedido apresentado pelo senador para obter cópia da oitiva.