O Portal GP1 publicou na última quarta-feira (11) reportagem denunciando a censura imposta pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI) ao site (Clique aqui). A UESPI bloqueou o acesso ao GP1 na rede de internet daquela Instituição de Ensino Superior, ou seja, alunos, funcionários e professores foram proibidos de acessar o site nos computadores daquela Universidade. Diante do fato, o Ministério Público, através do promotor Fernando Santos, vai averiguar o caso. (Clique aqui)
Indagado sobre o papel da Coordenadoria de Comunicação Social em relação ao fato, o coordenador Fenelon Rocha disse que não é possível intervir sobre o caso. “A gente tem dificuldade com a UESPI porque ela é autônoma, essa é uma das dificuldades na relação do governo com as universidades, é um principio de todas as universidades a questão da autonomia”, disse o coordenador. “A autonomia administrativa é plena. Só não é autônoma a parte financeira porque recebe recursos do governo, mas é administrativamente autônoma”, explicou o jornalista.
Fenelon informou ainda que a CCOM não tem como acompanhar esses atos. “Veja como exemplo aquele caso da USP em que eles consideraram violação à autonomia daquela Universidade por conta da inserção de policiais dentro do espaço universitário”, exemplificou Fenelon, que destacou ainda ser totalmente contra a censura a meios de comunicação. “A minha sugestão é que não haja limitação nenhuma, bloquear redes sociais e sites de entretenimento é normal, mas bloqueio a conteúdo jornalístico, aos meios de comunicação, isso não tem o menor sentido, não vejo o menor sentido”, finalizou.
Indagado sobre o papel da Coordenadoria de Comunicação Social em relação ao fato, o coordenador Fenelon Rocha disse que não é possível intervir sobre o caso. “A gente tem dificuldade com a UESPI porque ela é autônoma, essa é uma das dificuldades na relação do governo com as universidades, é um principio de todas as universidades a questão da autonomia”, disse o coordenador. “A autonomia administrativa é plena. Só não é autônoma a parte financeira porque recebe recursos do governo, mas é administrativamente autônoma”, explicou o jornalista.
Fenelon informou ainda que a CCOM não tem como acompanhar esses atos. “Veja como exemplo aquele caso da USP em que eles consideraram violação à autonomia daquela Universidade por conta da inserção de policiais dentro do espaço universitário”, exemplificou Fenelon, que destacou ainda ser totalmente contra a censura a meios de comunicação. “A minha sugestão é que não haja limitação nenhuma, bloquear redes sociais e sites de entretenimento é normal, mas bloqueio a conteúdo jornalístico, aos meios de comunicação, isso não tem o menor sentido, não vejo o menor sentido”, finalizou.

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