O senador Elmano Férrer (PTB) preferiu primar pela cautela quando questionado a respeito do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), acolhido na última quarta-feira (02), pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).
O senador disse que é cedo para fazer qualquer tipo de avaliação e alertou para necessidade de se conduzir todo processo colocando os interesses dos brasileiros acima dos objetivos políticos e partidários.
“A gente percebe um clima muito pesado. Estamos aguardando os acontecimentos porque agora que começou o processo da admissibilidade. Vamos esperar porque não tem nenhuma informação nova para dar com relação ao processo de impeachment. Esse é um momento de muita cautela e diálogo. Tem que agir à frente dos partidos, colocando o Brasil acima de todos nós, dos interesses políticos e partidários. A situação é delicada, mas nós temos que encontrar uma saída à luz da democracia, dentro da ordem. O povo quer uma solução rápida e é isso que nós temos que fazer”, aconselhou Férrer.
Pouco trabalho
Quando o senador foi questionado a respeito dos planos eleitorais para o ano que vem em Teresina, foi bastante crítico e disse que “nós trabalhamos muito pouco no Brasil. As eleições ocorrem a cada dois anos”, fato que para ele acaba tirando o foco do que realmente é importante: as ações em prol dos interesses da sociedade.
O pedido
O pedido de impeachment foi apresentado pelo fundador do PT, Hélio Bicudo, pelo jurista Miguel Reale Junior, e pela advogada Janaina Paschoal. Cunha acolheu o pedido, no início da noite desta quarta-feira (02), depois de uma reunião em seu gabinete com o ex-deputado Sandro Mabel (PL-GO), e com os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Jovair Arantes (PTB-GO), Eduardo da Fonte (PP-PE), e Mendonça Filho (DEM).
O senador disse que é cedo para fazer qualquer tipo de avaliação e alertou para necessidade de se conduzir todo processo colocando os interesses dos brasileiros acima dos objetivos políticos e partidários.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Elmano Férrer
Elmano Férrer“A gente percebe um clima muito pesado. Estamos aguardando os acontecimentos porque agora que começou o processo da admissibilidade. Vamos esperar porque não tem nenhuma informação nova para dar com relação ao processo de impeachment. Esse é um momento de muita cautela e diálogo. Tem que agir à frente dos partidos, colocando o Brasil acima de todos nós, dos interesses políticos e partidários. A situação é delicada, mas nós temos que encontrar uma saída à luz da democracia, dentro da ordem. O povo quer uma solução rápida e é isso que nós temos que fazer”, aconselhou Férrer.
Pouco trabalho
Quando o senador foi questionado a respeito dos planos eleitorais para o ano que vem em Teresina, foi bastante crítico e disse que “nós trabalhamos muito pouco no Brasil. As eleições ocorrem a cada dois anos”, fato que para ele acaba tirando o foco do que realmente é importante: as ações em prol dos interesses da sociedade.
O pedido
O pedido de impeachment foi apresentado pelo fundador do PT, Hélio Bicudo, pelo jurista Miguel Reale Junior, e pela advogada Janaina Paschoal. Cunha acolheu o pedido, no início da noite desta quarta-feira (02), depois de uma reunião em seu gabinete com o ex-deputado Sandro Mabel (PL-GO), e com os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Jovair Arantes (PTB-GO), Eduardo da Fonte (PP-PE), e Mendonça Filho (DEM).
Imagem: Divulgação
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB)
A decisão do presidente da Câmara Federal ocorreu horas depois que a bancada do Partido dos Trabalhadores decidiu pela continuidade das investigações contra Cunha que corre no Conselho de Ética da Casa.
Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB)
Germana Chaves
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