A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, primeiro de abril, a 27ª fase da Lava Jato – que investiga o esquema de corrupção na Petrobras – batizada de “Operação Carbono 14”. O nome foi escolhido porque faz referência a procedimentos utilizados pela ciência para a investigação de fatos antigos.
A força-tarefa da Lava Jato investiga nesta fase o esquema de desvio de dinheiro decorrente da gestão fraudulenta do Banco Schahin. No dia 14 de dezembro, o amigo de Lula e pecuarista José Carlos Bumlai, confessou à PF que o PT pegou R$ 12 milhões emprestados do banco através de “laranjas” para financiar campanhas eleitorais do partido. Os crimes investigados nesta fase são corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, extorsão, fraude e falsidade ideológica.
De acordo com os policiais, há evidências de que uma quantia desse empréstimo foi destinada a um empresário carioca por articulação do PT. "A partir de diligências, descobriu-se que, do valor total emprestado de R$ 12 milhões a Bumlai, pelo menos R$ 6 milhões tiveram como destino o empresário do município de Santo André (SP), Ronan Maria Pinto. Como ressaltou a decisão que decretou as medidas cautelares, a fiar-se no depoimento dos colaboradores e do confesso José Carlos Bumlai, os valores foram pagos a Ronan Maria Pinto por solicitação do Partido dos Trabalhadores”, declarou a força-tarefa.
A ação está acontecendo em algumas cidades do Estado de São Paulo, como Osasco, Santo André e Carapicuíba. 50 policiais estão cumprindo 12 ordens judiciais, sendo duas prisões temporárias contra Ronan Pinto e o ex-secretário do PT, Silvio Pereira; duas conduções coercitivas (depoimento obrigatório à polícia), uma contra o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e outra contra Breno Altman. Há também oito mandados de busca e apreensão nas empresas ‘Expresso Santo André’ e ‘DNP Eventos’, segundo informações da Agência Brasil.
A força-tarefa da Lava Jato investiga nesta fase o esquema de desvio de dinheiro decorrente da gestão fraudulenta do Banco Schahin. No dia 14 de dezembro, o amigo de Lula e pecuarista José Carlos Bumlai, confessou à PF que o PT pegou R$ 12 milhões emprestados do banco através de “laranjas” para financiar campanhas eleitorais do partido. Os crimes investigados nesta fase são corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, extorsão, fraude e falsidade ideológica.
De acordo com os policiais, há evidências de que uma quantia desse empréstimo foi destinada a um empresário carioca por articulação do PT. "A partir de diligências, descobriu-se que, do valor total emprestado de R$ 12 milhões a Bumlai, pelo menos R$ 6 milhões tiveram como destino o empresário do município de Santo André (SP), Ronan Maria Pinto. Como ressaltou a decisão que decretou as medidas cautelares, a fiar-se no depoimento dos colaboradores e do confesso José Carlos Bumlai, os valores foram pagos a Ronan Maria Pinto por solicitação do Partido dos Trabalhadores”, declarou a força-tarefa.
A ação está acontecendo em algumas cidades do Estado de São Paulo, como Osasco, Santo André e Carapicuíba. 50 policiais estão cumprindo 12 ordens judiciais, sendo duas prisões temporárias contra Ronan Pinto e o ex-secretário do PT, Silvio Pereira; duas conduções coercitivas (depoimento obrigatório à polícia), uma contra o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e outra contra Breno Altman. Há também oito mandados de busca e apreensão nas empresas ‘Expresso Santo André’ e ‘DNP Eventos’, segundo informações da Agência Brasil.
Imagem: Rodolfo Buhrer/ Reuters
José Carlos Bumlai
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