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Teresina - Piauí

Sargento Mota se pronuncia após ser alvo da Operação Jugo Sujo II

Por meio de publicação nas redes sociais, ele explicou que foi alvo de mandado de busca e apreensão.

O sargento Avelar dos Reis Mota, da Polícia Militar do Piauí (PMPI), se manifestou pela primeira vez após ser alvo da Operação Jogo Sujo II, deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) nessa quarta-feira (09). Por meio de publicação nas redes sociais nessa quinta, ele explicou que foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a ação policial, mas que “não deve nada a ninguém”.

“Eu fui citado [na operação], visto que, divulguei links de jogos. A polícia cumpriu o seu dever de agir, e para mim foi expedido um mandado de busca e apreensão onde não foi encontrado nada de valor ou ilegal. Sou um cidadão de bem trabalhador e não devo nada a ninguém. Impostos devidamente pagos na forma da lei. E no mais, vamos seguir na luta, a vida é assim. Mente tranquila e peço a Deus que abençoes a vida de todos”, afirmou o sargento Mota.

Foto: Alef Leão/GP1Sargento Mota, da Força Tática do 22º BPM
Sargento Mota, da Força Tática do 22º BPM

Durante a ação policial, ele teve o notebook e celular apreendidos, além de um colar de ouro. Ainda em seu pronunciamento, o sargento da PMPI afirmou que, através dos trâmites legais, irá provar que não possui envolvimento com nenhuma atividade ilícita.

“Foi mandado de busca e apreensão, onde foi levado o celular e o notebook e um colar de ouro, colar que eu tenho desde 2020. Tudo meu é na nota fiscal. Minhas prestações de contas, imposto de renda, qualquer objeto meu que eu compro é com nota fiscal. Eu não fui preso em hipótese alguma, jamais. Passei o dia resolvendo problema, acompanhando o procedimento da Polícia Civil da minha casa e meus advogados estão aí acompanhando o caso. Quem tem fé prevalece. Eu não estou preocupado, porque quem não deve não teme”, declarou o policial militar.

Corporação acompanha o caso

Em nota divulgada nessa quarta-feira (09), a Polícia Militar do Piauí informou que acompanha o desenrolar da Operação Jogo Sujo II. “Todo o processo com relação aos policiais militares alvos da ação está sendo acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar do Piauí, que segue adotando as devidas providências, garantindo a transparência e legalidade das ações conjuntas”, divulgou a PMPI.

Operação Jogo Sujo II

A Delegacia de Repressão e Combate aos Crimes de Informática (DRCI), da Polícia Civil do Piauí, deflagrou a Operação Jogo Sujo II nas primeiras horas da manhã dessa quarta-feira (09). Ao todo, sete influenciadores digitais foram presos, são eles: Milena Pâmela, Lokinho, Diogo Xenon, Letícia Ellen, Brenda Raquel, Douglas Guimarães Pereira Neves e o cabo Raimundo Jairo Torres Alves, o cabo Jairo, que já foi solto.

Foto: Reprodução/InstagramDouglas Guimarães, Brenda Raquel, Milena Pamela, Pedro Lopes (Lokinho), Yrla Lima, Letícia Ellen e Diogo Xenon
Douglas Guimarães, Brenda Raquel, Milena Pamela, Pedro Lopes (Lokinho), Yrla Lima, Letícia Ellen e Diogo Xenon

Entre os alvos de mandados de prisão, ainda estão foragidos Antônio Robson da Silva Pontes, o Robin da Carne, e Marta Evelyn, conhecida como Yrla Lima.

Também cumpridos mandados de busca e apreensão contra três administradores de páginas de fofoca no Instagram: Yasmin Sales (Teresina Sua Loka), Maria Geiceli (BabadosTeresina) e Jefferson Victor (Teresina Fofoqueira).

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