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Teresina - Piauí

Polícia deflagra nova fase da Operação Ouro Sujo em Teresina e prende três pessoas

Ação desta terça-feira (04) visa combater a receptação e comercialização ilegal de ouro na capital.

Lucas Dias/ GP1 1 / 6 Mulher presa durante a operação Mulher presa durante a operação
Lucas Dias/ GP1 2 / 6 Motos apreendidas Motos apreendidas
Lucas Dias/ GP1 3 / 6 A ação resultou em três prisões A ação resultou em três prisões
Lucas Dias/ GP1 4 / 6 Alvo da Operação Ouro Sujo Alvo da Operação Ouro Sujo
Lucas Dias/ GP1 5 / 6 A ação também resultou na apreensão de joias A ação também resultou na apreensão de joias
Lucas Dias/ GP1 6 / 6 Viatura da SSP Viatura da SSP

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI) e com apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), deflagrou nesta terça-feira (4) uma nova etapa da Operação Ouro Sujo, voltada ao combate a crimes patrimoniais e à desarticulação de uma organização suspeita de furtos qualificados, receptação e associação criminosa. A ação culminou em três prisões na capital piauiense.

A ofensiva ocorreu em Teresina e teve como foco o cumprimento de três mandados de prisão temporária, quatro de busca e apreensão domiciliar e a suspensão das atividades comerciais de um estabelecimento investigado. As ordens judiciais foram expedidas após apuração que identificou o furto de joias, perfumes e roupas de uma residência na capital, avaliados em aproximadamente R$ 20 mil, bens que teriam sido revendidos em uma ourivesaria no Centro.

Durante as diligências, três pessoas foram presas, entre elas uma ex-funcionária doméstica acusada de realizar os furtos de forma continuada na casa onde trabalhava. De acordo com a investigação, ela repassava os objetos a um comerciante do ramo de ourivesaria que, ciente da origem ilícita, comprava e revendia os produtos.

A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e aplicações financeiras dos investigados, até o valor de R$ 20 mil, além da suspensão do funcionamento do estabelecimento suspeito, medida que busca impedir a continuidade das atividades criminosas e assegurar a reparação dos danos à vítima.

O superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, delegado Matheus Zanatta, ressaltou que a ação faz parte do esforço permanente de combate à criminalidade patrimonial no Estado.

“A Operação Ouro Sujo demonstra o compromisso da Secretaria de Segurança com investigações qualificadas e com o enfrentamento à receptação, que alimenta o ciclo dos crimes patrimoniais. Combater esse tipo de comércio ilegal é essencial para enfraquecer as redes que lucram com o crime e prejudicam a sociedade”, destacou Zanatta.

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