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Teresina - Piauí

Ministro da Educação culpa Congresso por corte de recursos na pasta durante visita ao Piauí

Santana afirmou que universidades e institutos federais ainda sofrem com falta de investimentos.

Durante visita ao Piauí, o ministro da Educação, Camilo Santana, cobrou mais investimentos do Governo Federal na área da educação, destacando que as instituições federais ainda enfrentam carência de recursos. A declaração foi feita na terça-feira (4), durante solenidade na Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina.

Segundo o ministro, o Ministério da Educação enfrentou dificuldades orçamentárias após o Congresso Nacional cortar cerca de R$ 3 bilhões do orçamento da pasta em 2024. “O compromisso do presidente Lula foi repor os recursos para a educação depois que o Congresso cortou cerca de R$ 3 bilhões do orçamento do Ministério da Educação em 2024. Nós conseguimos devolver o orçamento que havia sido reduzido”, afirmou Camilo Santana.

Foto: Alef Leão/GP1Ministro da Educação Camilo Santana
Ministro da Educação Camilo Santana

Ele acrescentou que o governo pretende criar um fundo específico para o ensino superior brasileiro, com o objetivo de garantir maior estabilidade financeira às universidades e institutos federais. “É preciso fazer esse debate no Congresso e criar um fundo específico para o ensino superior, para que os reitores não precisem, ano após ano, negociar recursos para manter as instituições funcionando”, defendeu.

Solenidade na UFPI

Camilo Santana e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, estiveram em Teresina para anunciar uma série de investimentos do Governo Federal no Piauí. Eles se reuniram com o governador Rafael Fonteles (PT) na UFPI, onde foi assinado o termo de cooperação para a implantação do Instituto de Matemática, Tecnologia e Computação (Impa Tech) Nordeste.

O novo centro funcionará como um polo de excelência em matemática aplicada, inteligência artificial, ciência de dados e robótica. O projeto é resultado de uma parceria entre os ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e o Governo do Estado.

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