O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (SINDSERM) convocou Assembleia Geral para esta terça-feira (20), às 8h30, com manifestação em frente à sede da Prefeitura de Teresina. Entre as reivindicações, o colegiado pede o reajuste de 15,5% aos profissionais da educação municipal.
No encontro, a direção colegiada do sindicato pedirá: campanha salarial 2025; revisão geral anual de salários; plano de cargos, carreiras e salários do grupo funcional básico; equiparação salarial; gratificação laboratorial CD Raul Bacelar; reajuste de 15,5% aos profissionais da Educação; IPMT: Saúde e Previdência; erros no informe de rendimentos; indicativo de greve e paralisações, entre outros assuntos de interesse da categoria.
Contundentemente, o colegiado afirma, em vídeo de convocação para a assembleia, que o prefeito de Teresina, Dr. Sílvio Mendes (União Brasil), “está massacrando os servidores com sua fala mansa”.
“O prefeito Sílvio Mendes, com a sua fala mansa, está massacrando os servidores municipais, está descumprindo a legislação, por exemplo, em relação ao plano de cargos da Guarda Civil Municipal, que já era para estarem recebendo o percentual do adicional de risco de vida e de hierarquia, desde o mês de janeiro...”, afirmou Sinésio Soares.
Guarda Civil Municipal realizou manifestação em maio
No dia 13 de maio, os guardas civis municipais de Teresina realizaram uma manifestação na Praça da Bandeira, próximo à sede da Prefeitura, no Centro da capital. A principal reivindicação dos servidores é o pagamento dos adicionais de risco de vida e de hierarquia, que deveriam ter sido pagos até abril deste ano.
Em entrevista ao GP1, o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Teresina, Breno Ribeiro, explicou que, em 2023, os adicionais de risco de vida e de hierarquia foram aprovados para serem repassados aos servidores por meio de parcelamentos. No entanto, a segunda parcela desses adicionais ainda não foi paga.
“O que nós estamos buscando aqui hoje é o pagamento referente ao encaminhamento salarial aprovado em 2023. Junto com o estatuto, foram aprovados os planos de cargos e salários. Com essa aprovação, tivemos dois parcelamentos: um referente ao risco de vida, que alcança 100% e foi dividido em quatro anos; e outro referente ao adicional de hierarquia, também de até 100%, parcelado em oito anos. Em 2024, recebemos o primeiro pagamento referente a esse parcelamento. A segunda parcela, que deveria ter sido paga até abril, ainda não foi efetivada”, afirmou Breno.
Pedro Oliveira
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