O delegado Bruno Ursulino, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) afirmou que as vítimas de um tiroteio em um baile de reggae, que deixou Pedro Gustavo Pereira, 20 anos, morta nesse domingo (17), na Vila Mandacaru, são faccionadas e, inclusive, todas com passagens pela polícia.
De acordo com o delegado Bruno Ursulino, tanto a vítima como os demais identificados como Heverton Dyla dos Santos Rodrigues, Washington Vieira Araújo e Herverton Vinícius de Sousa Araújo já foram investigados por atuação em crimes pelo DHPP.
“Pelo menos três já foram presos em ações do departamento de homicídios, mas eles se encontravam soltos e estavam nesse reggae. Na saída da festa, as vítimas foram encurraladas pelos acusados, que efetuaram diversos disparos. Tudo está demonstrando que todos eram alvo desse disparo e não apenas o Pedro, que veio ao óbito. Então a nossa equipe já se encontra levantando informações para saber de onde saíram esses suspeitos e saber, eventualmente, se eles fazem parte do grupo rival ao das vítimas”, explicou o delegado Bruno Ursulino.
Vítima já havia sido apreendida por homicídio
Pedro Gustavo Pereira, 20 anos, de acordo com o delegado Bruno Ursulino, já havia sido apreendido pelo assassinato de uma pessoa, ocorrido no ano de 2023, no entanto, passou 45 dias internado e voltou as ruas novamente.
“O Pedro tem passagem pela polícia, já respondeu por homicídio em 2023, salvo engano, no mês de março. Ele fez parte de um grupo criminoso que, inclusive, vestia roupas similares à roupa da polícia quando anunciaram que eram policiais e chegaram em uma casa e tiraram a vida do Josué na região do Monte Horebe”, pontuou o delegado.
As investigações vão prosseguir para tentar identificar os autores do tiroteio, que tiraram a vida de Pedro Gustavo Pereira. Os sobreviventes serão intimados a comparecer ao DHPP para prestar depoimento e colaborar com as investigações.
Brunno Suênio
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