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Teresina - Piauí

Professores realizam assembleia e denunciam ataques do prefeito Sílvio Mendes

A categoria reivindica reajuste de 20,9% e o fim do acréscimo na jornada para compensar o recreio.

Caroline Vitorino/GP1 1 / 7 Manifestação dos professores no Centro de Teresina Manifestação dos professores no Centro de Teresina
Caroline Vitorino/GP1 2 / 7 Assembleia no Centro de Teresina Assembleia no Centro de Teresina
Caroline Vitorino/GP1 3 / 7 Cartaz com reivindicação Cartaz com reivindicação
Caroline Vitorino/GP1 4 / 7 Sindserm organizou assembleia Sindserm organizou assembleia
Caroline Vitorino/GP1 5 / 7 Charge do prefeito Sílvio Mendes Charge do prefeito Sílvio Mendes
Caroline Vitorino/GP1 6 / 7 Categoria revindica reajuste Categoria revindica reajuste
Caroline Vitorino/GP1 7 / 7 Professores reunidos no Teatro de Arena Professores reunidos no Teatro de Arena

Professores da rede municipal de ensino de Teresina realizaram uma assembleia no Centro da cidade, na manhã desta sexta-feira (6), para discutir reivindicações da categoria, que cobra do prefeito Sílvio Mendes (União Brasil) o reajuste salarial de 20,9%.

A assembleia, organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindserm), ocorreu no Teatro de Arena, na Praça da Bandeira. O diretor da entidade, Sinésio Soares, ressaltou que o atual prefeito vem atacando direitos da categoria.

“Tem muitos ataques contra os profissionais de educação. Um deles é nenhuma proposta de reajuste. A prefeitura nos deve 20,9%, que são os 5,4% da medida provisória assinada pelo presidente da República, e os 15,5% que já devia desde a época de 2022. Mas ele [Sílvio Mendes] veio com um novo ataque, que é passar por cima de uma decisão do STF, que decidiu que o recreio faz parte da jornada e conta na nossa jornada, mas a prefeitura insiste em colocar mais 20 minutos ao fim de cada turno”, declarou o sindicalista.

Assédio moral

Além disso, o diretor do Sindserm acusou a gestão municipal de praticar assédio moral com a nova regra para escolha de diretores das escolas. “É muito assédio moral que está ocorrendo. Ele acabou com as eleições, o prefeito Sílvio Mendes e o secretário Ismael Silva entraram para a história. Acabaram com as eleições para o diretor, que era desde o tempo de Wall Ferraz, ou seja, uma atitude extremamente retrógrada e que fica no currículo desses dois. Vão fazer agora uma entrevista, uma seleção meritocrática, a gente sabe que isso é um filtro e após esse filtro eles vão submeter a uma consulta, ou seja, acabou com as eleições, mas não vamos permitir que eles retirem nossos direitos”, completou.

A categoria também reivindica a implantação de mudança de nível, com pagamento do retroativo, entre outros pontos.

Outro lado

Procurado pelo GP1, o prefeito Sílvio Mendes não se pronunciou sobre as reivindicações dos professores.

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