O Tribunal Popular do Júri condenou, na última segunda-feira (13), um homem que estuprou e assassinou uma mulher na zona rural de Gilbués, no ano de 2013. A pena de Felismar Ângelo Cortes foi fixada em 13 anos e 6 meses de reclusão.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Felismar praticou o assassinato para ocultar e garantir a impunidade do crime sexual cometido contra a vítima, de iniciais M.F.A.da S., que morreu após sofrer lesões na região da cabeça.
O réu foi preso na ocasião do crime, em maio de 2013, e permaneceu detido por 6 anos e 6 meses, até ter a prisão preventiva revogada em julho de 2020, com a aplicação de medidas cautelares. Desde então, ele está foragido.
Durante a sessão de julgamento, o conselho de sentença acatou a tese dod promotores de Justiça João Marcelo Ribeiro e Lícia Cunha Rios e o juiz Juscelino Norberto da Silva Neto determinou que a prisão seja cumprida em regime inicial fechado, negando ao réu o direito de recorrer em liberdade.
Thais Guimarães
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