"Educamos crianças com necessidades especiais porque entendemos que elas possuem os mesmos direitos que qualquer outra, e não porque é lei", essa afirmação da diretora Maria das Dores, da Escola Municipal Galileu Veloso, demonstra a preocupação em ter resultados positivos reais, para além dos números.
A Secretaria Municipal de Educação - Semec vem intensificando, desde 2009, as ações que beneficiam a inclusão escolar, formulando projetos, capacitando professores e fazendo visitas às escolas que possuem nas turmas crianças com deficiências e dificuldades na aprendizagem. Entre elas, 43 são escola-núcleo.
A equipe de Inclusão Escolar da Semec esteve ontem (18) na Escola Municipal Galileu Veloso para conversar com gestores, professores e funcionários sobre o desenvolvimento dos atendimentos de Apoio Pedagógico Específico - APE, que têm o objetivo de promover atividades, utilizando recursos multifuncionais, no contraturno para que as crianças desenvolvam habilidades que foram retraídas pelas dificuldades.
Na sala de APE, por exemplo, a professora Maria da Conceição brinca com as palavras que possuem a letra "G", e de forma lúdica a turma com seis alunos diagnosticados com problemas na aprendizagem, assimila as palavras e supera suas dificuldades. O atendimento é direcionado para cada aluno, onde o professor é orientado a trabalhar de forma individualizada a necessidade das crianças.
"Se ele não consegue acompanhar os assuntos na sala de aula, tem que encontrar nas atividades de APE algo que o estimule. Além disso, temos que ser ainda mais próximos da família, que muitas vezes é a fonte dos problemas", afirma a professora.
Já o Atendimnento Educacional Especializado - AEE é voltado para a educação de crianças com deficiências físicas e intelectuais, como o caso do pequeno Ítalo, 3 anos, portador de Síndrome de Down, que estuda em um Centro Municipal de Educação Infantil na comunidade, e duas vezes por semana freqüenta a sala montada na Escola Municipal Galileu Veloso. Além de Ítalo, mais 25 crianças participam das aulas de Apoio Educacional Especializado na escola, coordenados pela professora Gorete da Silva, que atua na área há 2 anos.
"Devemos perceber a evolução dessas crianças em relação a elas mesmas, o quanto os planejamentos pedagógicos, atividades e todos os recursos multifuncionais contribuíram para a vida delas. Não é fácil ter um filho deficiente, e uma gestão humanizada sabe que a escola é ponto de apoio para essas famílias, contribuindo ao máximo para a inclusão dos nossos jovens em todas as esferas da sociedade", pontua Cleonice dos Santos, membro da Divisão de Educação Inclusiva da Semec.
A Secretaria Municipal de Educação - Semec vem intensificando, desde 2009, as ações que beneficiam a inclusão escolar, formulando projetos, capacitando professores e fazendo visitas às escolas que possuem nas turmas crianças com deficiências e dificuldades na aprendizagem. Entre elas, 43 são escola-núcleo.
A equipe de Inclusão Escolar da Semec esteve ontem (18) na Escola Municipal Galileu Veloso para conversar com gestores, professores e funcionários sobre o desenvolvimento dos atendimentos de Apoio Pedagógico Específico - APE, que têm o objetivo de promover atividades, utilizando recursos multifuncionais, no contraturno para que as crianças desenvolvam habilidades que foram retraídas pelas dificuldades.
Na sala de APE, por exemplo, a professora Maria da Conceição brinca com as palavras que possuem a letra "G", e de forma lúdica a turma com seis alunos diagnosticados com problemas na aprendizagem, assimila as palavras e supera suas dificuldades. O atendimento é direcionado para cada aluno, onde o professor é orientado a trabalhar de forma individualizada a necessidade das crianças.
"Se ele não consegue acompanhar os assuntos na sala de aula, tem que encontrar nas atividades de APE algo que o estimule. Além disso, temos que ser ainda mais próximos da família, que muitas vezes é a fonte dos problemas", afirma a professora.
Já o Atendimnento Educacional Especializado - AEE é voltado para a educação de crianças com deficiências físicas e intelectuais, como o caso do pequeno Ítalo, 3 anos, portador de Síndrome de Down, que estuda em um Centro Municipal de Educação Infantil na comunidade, e duas vezes por semana freqüenta a sala montada na Escola Municipal Galileu Veloso. Além de Ítalo, mais 25 crianças participam das aulas de Apoio Educacional Especializado na escola, coordenados pela professora Gorete da Silva, que atua na área há 2 anos.
"Devemos perceber a evolução dessas crianças em relação a elas mesmas, o quanto os planejamentos pedagógicos, atividades e todos os recursos multifuncionais contribuíram para a vida delas. Não é fácil ter um filho deficiente, e uma gestão humanizada sabe que a escola é ponto de apoio para essas famílias, contribuindo ao máximo para a inclusão dos nossos jovens em todas as esferas da sociedade", pontua Cleonice dos Santos, membro da Divisão de Educação Inclusiva da Semec.
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