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GP1 percorre pontos de ônibus durante greve de motoristas

Strans está fiscalizando a circulação dos 30% da frota garantido pela lei.

O GP1 percorreu alguns pontos de ônibus de Teresina, na manhã desta sexta-feira (26), dia em que os motoristas e cobradores dos ônibus coletivos iniciaram greve geral por tempo indeterminado.
Imagem: Lucas Dias/GP1Ônibus cadastrados pela Strans(Imagem:Lucas Dias/GP1)Ônibus cadastrados pela Strans
Se mais cedo, por volta das 7h da manhã, as paradas estavam lotadas, com pessoas atrasadas para chegar ao seu destino, mais tarde, a partir das 9h, o fluxo diminuiu, e o número de ônibus aumentou.
Imagem: Lucas Dias/GP1Sindicato garante que 30% da frota está circulando(Imagem:Lucas Dias/GP1)Sindicato garante que 30% da frota está circulando
Estão circulando na cidade os ônibus particulares cadastrados pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), além dos 30% da frota que são garantidos pela lei.
Imagem: Lucas Dias/GP1Ônibus cadastrados circulam por toda teresina(Imagem:Lucas Dias/GP1)Ônibus cadastrados circulam por toda teresina
Fiscais da Strans estavam em algumas paradas, averiguando se a lei está sendo obedecida e checando se os transportes alternativos estão cobrando o valor correto, de R$ 2,75, além da meia-passagem para estudantes, que custa R$ 1,05. No caso dos ônibus particulares, o usuário não poderá fazer integração, uma vez que esses veículos não possuem a máquina leitora do cartão.
Imagem: Lucas Dias/GP1Strans fiscaliza os ônibus cadastrados(Imagem:Lucas Dias/GP1)Strans fiscaliza os ônibus cadastrados
Imagem: Lucas Dias/GP1Strans Fiscaliza se os ônibus disponiveis estão circulando normalmente(Imagem:Lucas Dias/GP1)Strans Fiscaliza se os ônibus disponiveis estão circulando normalmente
Transporte alternativo

Alguns mototaxistas que trabalham no centro conversaram com o GP1, e contaram que o número de corridas não aumentou até então. Selvino Pereira, que trabalha na Praça do Fripisa, explica que quando a paralisação é anunciada, as pessoas se preparam com antecedência. “Na sexta-feira passada, por exemplo os ônibus pararam repentinamente, então as pessoas procuraram mais pelos nossos serviços, já nesse caso, como é uma greve que foi avisada, as pessoas saem mais cedo de casa, ou conseguem carona, além dos transportes alternativos, que estão circulando”, declarou o trabalhador.
Imagem: Lucas Dias/GP1Selvino Pereira(Imagem:Lucas Dias/GP1)Selvino Pereira
Greve

De acordo com o Sintetro, um acordo realizado entre os motoristas, cobradores e os empresários determinou o pagamento de 12,36% de reajuste linear sobre o valor do salário, além do ticket alimentação e plano de saúde. “Esse acordo foi feito em 23 de janeiro desse ano e pago logo em seguida, no entanto, em fevereiro eles nos afirmaram que não teriam condições de efetuar os pagamentos. Ontem nós nos reunimos mais uma vez, na tentativa de um acordo, mas os empresários não assumiram o compromisso e nós partimos para a greve, que havia sido anunciada no início da semana”, ressaltou o vice-presidente, Francisco das Chagas.
Imagem: Thais Guimarães/GP1Ônibus parados em garagem na zona sudeste de Teresina(Imagem:Thais Guimarães/GP1)Ônibus parados em garagem na zona sudeste de Teresina

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