Fechar
GP1

Piauí

Sindicato dos bancários mantém feriado mesmo com liminar do STF

Em entrevista ao GP1, neste domingo (27), o presidente do sindicato dos bancários, Arimatéia Passos, afirmou que ainda não foi notificado oficialmente da decisão.

O feriado dos bancários no Piauí, nesta segunda-feira (28), está mantido. É o que garante o sindicato da categoria no estado, mesmo depois do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder liminar à Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) suspendendo a data, em decisão desta sexta-feira (25).

Em entrevista ao GP1, neste domingo (27), o presidente do sindicato dos bancários, Arimatéia Passos, afirmou que ainda não foi notificado oficialmente da decisão. "Mesmo sendo o Supremo, uma liminar tem uma tramitação de funcionamento normal. O feriado está mantido porque não chegou nada até o momento. E só poderemos nos pronunciar sobre a decisão depois de recebermos um comunicado oficialmente”, explicou.

O presidente da categoria, comentou ainda que a liminar é apenas uma decisão temporária, válida somente enquanto não se estabelecer uma decisão permanente. “É uma posição do ministro. E como liminar, não é um julgamento ainda geral do Supremo. Ainda será julgado pela Corte", afirmou Arimatéia Passos.

Entenda

A liminar concedida à Consif tem como base a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) de nº 5396. A confederação impetrou, no ano de 2015, a ação questionando a legalidade da Lei estadual nº 6.702/2015 que cria o feriado dos bancários.

Segundo Celso de Mello, a Lei viola uma cláusula inscrita no art. 22, inciso I, da Constituição da República, que dispõe sobre a competência privativa da União para legislar sobre direito do trabalho. Considerando a plausibilidade da ação, o ministro decidiu conceder a liminar suspendendo o feriado até que ocorra o julgamento.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.