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"Procedimentos se deram dentro da legalidade", afirma Fepiserh

A estatal foi alvo de uma operação da Polícia Federal, nesta manhã (14), que apura fraude e superfaturamento em contratos firmados na pandemia.

A Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh) emitiu uma nota, nesta quinta-feira (14), negando que tenha fraudado contratos públicos e superfaturado produtos destinados ao combate do coronavírus no estado. A estatal foi alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã de hoje.

Em nota, a fundação disse que todos os contratos e procedimentos licitatórios foram transparentes e realizados com apoio de consultas junto ao Tribunal de Contas do Estado, seguindo a recomendação dos órgãos federais e estaduais. "Durante a pandemia do novo coronavírus, todos os contratos e procedimentos licitatórios foram transparentes e realizados com apoio de consultas ao Tribunal de Contas do Estado e seguindo as recomendações dos órgãos federais e estaduais como a Controladoria Geral do Estado para que todos os atos obedecessem as normas legais".

Foto: Divulgação/PFPolícia Federal na Fepiserh
Polícia Federal na Fepiserh

A Fepiserh assegurou que não houve superfaturamento, disse que os valores dos produtos são condizentes com o praticado no mercado, não havendo nenhum pagamento que seja acima da realidade do momento. "A Fepiserh está segura e irá demonstrar ao final que todos os contratos e procedimentos se deram dentro da legalidade e que os preços são condizentes com o praticado no mercado".

Veja a nota na íntegra

"A Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh) informa que está colaborando e disponibilizando para os órgãos competentes todas as informações necessárias e documentos para qualquer tipo de investigação.

Ressalta que, durante a pandemia do novo coronavírus, todos os contratos e procedimentos licitatórios foram transparentes e realizados com apoio de consultas ao Tribunal de Contas do Estado e seguindo as recomendações dos órgãos federais e estaduais como a Controladoria Geral do Estado para que todos os atos obedecessem as normas legais.

A Fepiserh está segura e irá demonstrar ao final que todos os contratos e procedimentos se deram dentro da legalidade e que os preços são condizentes com o praticado no mercado, não havendo nenhum pagamento de produtos com valores acima da realidade do momento.

A Fepiserh assegura a legalidade de suas ações se coloca à disposição para todos os esclarecimentos".

A operação

Mais de 70 policiais federais e 8 auditores da Controladoria Geral da União (CGU) cumpriram 17 mandados de busca e apreensão na Fepiserh, na Secretaria de Saúde o Estado do Piauí (Sesapi) e em outras empresas e residências relacionadas durante a “Operação Onzena”, deflagrada nas primeiras horas do dia. A operação apura fraude em processos licitatório e superfaturamento em contratos públicos firmados pela Fepiserh, Sesapi, dentre outras instituições públicas. O prejuízo efetivo apontado pela CGU é de R$ 19 milhões.

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