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Piauí

Alepi terá luzes roxas em homenagem às pessoas com Síndrome de Rett após requerimento do deputado Dr. Marcus Kalume

O pedido teve como objetivo contribuir para o enfrentamento da desinformação sobre essa condição.

A Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (Alepi) será iluminada na cor roxa entre os dias 12 e 18 de outubro, em apoio à campanha “Outubro Roxo”, que marca o Mês Internacional de Conscientização sobre a Síndrome de Rett. A iniciativa foi proposta pelo deputado estadual Dr. Marcus Kalume (PT), por meio de requerimento aprovado pelo Plenário da Casa Legislativa.

O pedido, encaminhado ao presidente da Assembleia, deputado Severo Eulálio, teve como objetivo dar visibilidade à causa e contribuir para o enfrentamento da desinformação sobre essa condição neurológica rara, que ainda é pouco conhecida pela população.

Foto: Divulgação/ AscomAlepi terá luzes roxas em homenagem às pessoas com Síndrome de Rett após requerimento do deputado Dr. Marcus Kalume
Alepi terá luzes roxas em homenagem às pessoas com Síndrome de Rett após requerimento do deputado Dr. Marcus Kalume

“A iluminação roxa é um gesto simbólico, mas de profundo significado, porque leva a sociedade a refletir sobre o acolhimento, o diagnóstico precoce e o respeito às pessoas com Síndrome de Rett. A conscientização é o primeiro passo para a inclusão”, destacou o deputado Dr. Marcus Kalume.

Em 2025, a campanha nacional organizada pela Abre-te (Associação Brasileira de Síndrome de Rett), entidade sem fins lucrativos, traz o tema “Sou único como você”, reforçando a importância de reconhecer o valor, a dignidade e o lugar de cada pessoa na sociedade, independentemente das limitações impostas pela síndrome.

A mobilização contará com ações em todo o país, incluindo a iluminação de prédios públicos e monumentos, a distribuição de cartazes informativos, caminhadas, palestras, lives e atividades educativas em instituições de saúde e ensino.

O que é a Síndrome de Rett

A Síndrome de Rett é uma desordem grave do neurodesenvolvimento, causada, na maioria dos casos, por mutação no gene MECP2. A condição tem prevalência estimada de 1 caso a cada 10 a 20 mil nascimentos, afetando principalmente meninas.

É considerada a segunda principal causa genética de deficiência intelectual no sexo feminino, e seus sintomas incluem perda progressiva de habilidades motoras e cognitivas após um período inicial de desenvolvimento aparentemente normal.

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