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Advogados acionam Justiça contra o Banco Itaú por empréstimos fraudulentos em nome de idosos no Piauí

A notícia-crime foi apresentada no dia 18 de março pelo escritório Hidasi, Aires & Andrade Advogados.

O escritório de advocacia Hidasi, Aires & Andrade Advogados apresentou notícia-crime junto à 2ª Vara Criminal da Comarca de Parnaíba contra o banco Itaú Consignado S/A, no dia 18 de março, denunciando fraudes em contratos de empréstimo consignado envolvendo clientes idosos e vulneráveis.

Segundo a notícia-crime, os empréstimos fraudulentos foram formalizados por meio de contratos com indícios de falsificação documental. A denúncia sustenta que diversos clientes, em sua maioria aposentados, pensionistas e pessoas com baixa escolaridade, estariam sofrendo descontos em benefícios previdenciários referentes a empréstimos que afirmam não reconhecer ou não compreender plenamente.

Foto: Lucas Dias/GP1Banco Itaú
Banco Itaú

Um dos casos mencionados envolve uma aposentada residente na zona rural de Parnaíba. Segundo os advogados, uma perícia grafotécnica realizada no âmbito de ação judicial concluiu que a impressão digital presente em um contrato bancário não poderia ser atribuída à cliente. O laudo técnico apontou ausência de elementos essenciais para caracterização de uma digital válida, indicando possível falsificação.

Ainda conforme a denúncia, a ação judicial relacionada a esse caso foi julgada procedente em todas as instâncias, reforçando os indícios de irregularidade.

“Assim, os noticiantes têm garantindo os direitos dessas pessoas humildes, levando ao conhecimento do judiciário a desfaçatez orquestrada por parte de algumas instituições financeiras, o que tem feito que os mesmos reajam de forma vil, tentando emplacar por vezes a prática de advocacia predatória, e até mesmo crimes ao noticiante”, consta na notícia-crime.

Com base nos fatos apresentados, os autores da denúncia pedem a apuração de possíveis crimes de falsificação de documento particular e estelionato qualificado contra idoso. Eles solicitam o encaminhamento do caso ao Ministério Público e, se necessário, a instauração de inquérito policial para aprofundamento das investigações.

Outro lado

Nenhum representante do Banco Itaú foi localizado para comentar o caso. O espaço está aberto para esclarecimentos.

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