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Polícia

Mulher suspeita de matar o próprio filho de 3 anos é presa em SP

Andréia foi levada à carceragem do 89º Distrito Policial e a Justiça decretou a prisão preventiva.
Por Estadão Conteúdo

Uma mulher de 37 anos foi presa em flagrante por homicídio qualificado, na tarde desta segunda-feira, 10, no bairro Bela Vista, região central de São Paulo. Andréia Freitas de Oliveira é suspeita de ter matado o filho, Gael de Freitas Nunes, de 3 anos.

Gael foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encontrado no apartamento em parada cardiorrespiratória. Então, foi levado à Santa Casa de São Paulo enquanto era reanimado pelos socorristas, o procedimento foi continuado pela equipe médica do hospital, sendo constatado o óbito na sequência.

Foto: Reprodução/Record TVO pequeno Gael tinha 3 anos
O pequeno Gael tinha 3 anos

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a dona de casa foi encontrada pelos policiais militares em estado de choque no banheiro da casa em que mora e foi encaminhada ao Hospital Mandaqui, na zona norte paulistana. Logo após a alta, foi encaminhada à 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, onde foi ouvida e indiciada.

Andréia foi levada à carceragem do 89º Distrito Policial e a Justiça decretou a prisão preventiva. A Polícia Civil ainda aguarda o resultado dos laudos periciais para declarar as circunstâncias da morte da criança.

A Secretaria da Administração Penitenciária diz que ela está agora no Centro de Detenção Provisória Feminino de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Segundo a pasta, ela está sozinha em cela de inclusão na unidade, cumprindo quarentena, tanto por causa dos protocolos de proteção contra a covid-19, quanto pelo período de inclusão rotineiro de quando alguém entra no sistema prisional do Estado.

Caso Henry Borel

​O caso se assemelha à morte do menino Henry Borel, de apenas 4 anos. Ele foi morto no dia 8 de março e a mãe e o padrasto são os principais suspeitos do crime. O Ministério Público do Rio (MPRJ) denunciou os dois, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e a professora Monique Medeiros, mãe do menino, por homicídio triplamente qualificado.

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