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Ordem para matar membro do PCC na Cadeia Pública de Altos partiu de fora do presídio, diz delegado

O delegado André Moreno já representou pela prisão preventiva dos acusados para concluir o inquérito.

A Polícia Civil do Piauí concluiu que o assassinato do integrante do PCC, Francílio Lisboa da Silva, 18 anos, registrado nessa sexta-feira (19), nas dependências da Cadeia Pública de Altos, ocorreu a mando de líderes da facção do lado de fora do presídio.

Segundo o delegado André Moreno, o crime teria sido determinado por lideranças da facção e cumprido por integrantes do grupo criminoso que estavam custodiados. “Após investigações preliminares com apoio da DHPP e inteligência da SEJUS, houve possibilidade de concluir sobre a autoria do crime. Houve representação de prisão preventiva pela autoridade policial. O crime teria sido determinado por lideranças da facção do lado de fora do presídio, sendo cumprido por integrantes do grupo criminoso que estavam presos.”, explicou o delegado André Moreno.

Foto: Reprodução/WhatsAppFrancílio Lisboa da Silva
Francílio Lisboa da Silva

Os alvos, de iniciais B.S., de 27 anos de idade, I.T.S., de 33 anos de idade e M.P.S., de 23 anos de idade, foram presos em flagrante e o delegado André Moreno já representou pela prisão preventiva dos acusados, a fim de concluir o inquérito policial na próxima semana.

Entenda o caso

Um membro do Primeiro Comando da Capital, identificado como Francílio Lisboa da Silva, 18 anos, foi assassinado dentro de uma cela da Cadeia Pública de Altos, nessa sexta-feira (19).

O GP1 apurou que o crime ocorreu durante a madrugada de hoje, quando os policiais penais observaram uma movimentação atípica no interior da cela 02 do Pavilhão A, onde Francílio Lisboa da Silva estava custodiado.

Uma equipe da Polícia Civil foi acionada, juntamente com o Departamento de Polícia Científica, que realizou perícia para autorizar a remoção do corpo de Francílio Lisboa.

O laudo preliminar do Instituto de Medicina Legal (IML) apontou que Francílio Lisboa da Silva morreu por asfixia, possivelmente, provocada por ação externa. A Polícia Civil requisitou exames periciais a serem coletados nos demais detentos que dividiam cela com a vítima, a fim de ratificar os elementos de informação levantados até o momento na investigação.

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