O deputado Assis Carvalho (PT) não pretendia se pronunciar hoje (09) sobre o convênio do Governo do Estado e a Fundação Pro-Brasil, alvo de requerimento do deputado Kleber Eulálio e de vários questionamentos do deputado Marden Menezes (PSDB), mas foi à tribuna para rebater as acusações do parlamentar que o antecedeu.
“Eu aguardava os documentos da Secretaria de Saúde para comentar o assunto, mas apenas na sessão de quinta-feira (10). Diante da provocação do deputado Marden Menezes, resolvi fazer alguns esclarecimentos, já que não faz parte do meu estilo levar esse tipo de provocação para casa. Ontem, como estava viajando, participando de inagurações ao lado do governador, não pude comparecer à sessão. Se estivesse aqui teria assinado o requerimento para dirimir as dúvidas sobre o convênio”, explicou.
Segundo Assis Carvalho, ainda ontem, ao tomar conhecimento do requerimento, ligou para o secretário de Saúde, Telmo Mesquita, para saber dele as informações mais recentes sobre o convênio, “ao invés de fazer esse circo, esse teatro todo, como fez o deputado que me antecedeu, sobre um assunto do qual não tem conhecimento”, reclamou o deputado, ex-secretário de Saúde do governo Wellington Dias.
Assis ressaltou que o diretor da Associação Pro-Brasil, por iniciativa do então deputado Fábio Novo (PT), foi agraciado com título de cidadania pelos relevantes serviços prestados ao Piauí. Assis frisou que convênios filantrópicos foram assinados não apenas em Picos, mas em Marcolândia, Sigefredo Pacheco e outras.
“Os recursos foram devidamente autorizados, como contrapartida dos equipamentos da policlínica, para cobirir despesas com as contas de água, energia, de direção, valores correspondentes a um ano de repasse dos recursos do Governo do Estado para a manutenção daquela unidade de saúde, tudo aprovado com parecer da PGE (Procuradoria Geral do Estado), em reunião no gabinete do governador Wellington Dias. Foram repassados apenas relativos a quatro parcelas, depois que houve a ação contestando o convênio”, destacou Assis Carvalho, lembrando que todas as suas contas do Detran-PI e da Agespisa foram aprovadas pelo TCE-PI.
O deputado João de Deus pediu a palavra para ressaltar que todos os deputados têm interesse de saber a verdade. “O deputado tem razão de pedir os esclarecimentos, está correto, mas vamos promover uma audiência pública, para colocar frente a frente os gestores públicos, os presidentes das instituições envolvidas, a fim de que todos os esclarecimentos sejam prestados por quem de direito”, defendeu.
Assis Carvalho lembrou que chegou a sugerir a realização de uma audiência pública em Picos para debater um assunto, “que vem sendo discutido há mais de três em Picos”, acrescentou.
Em aparte, o deputado Mauro Tapety (PMDB) disse que o convênio com a Pro-Brasil beneficiaria não apenas a cidade de Picos, mas toda a região Centro-Sul, compreendendo 60 municípios e 450 mil pessoas, daí a importância do debate e do esclarecimento das dúvidas levantadas pelo deputado Kleber Eulálio”, afirmou Tapety.
“Eu aguardava os documentos da Secretaria de Saúde para comentar o assunto, mas apenas na sessão de quinta-feira (10). Diante da provocação do deputado Marden Menezes, resolvi fazer alguns esclarecimentos, já que não faz parte do meu estilo levar esse tipo de provocação para casa. Ontem, como estava viajando, participando de inagurações ao lado do governador, não pude comparecer à sessão. Se estivesse aqui teria assinado o requerimento para dirimir as dúvidas sobre o convênio”, explicou.
Segundo Assis Carvalho, ainda ontem, ao tomar conhecimento do requerimento, ligou para o secretário de Saúde, Telmo Mesquita, para saber dele as informações mais recentes sobre o convênio, “ao invés de fazer esse circo, esse teatro todo, como fez o deputado que me antecedeu, sobre um assunto do qual não tem conhecimento”, reclamou o deputado, ex-secretário de Saúde do governo Wellington Dias.
Assis ressaltou que o diretor da Associação Pro-Brasil, por iniciativa do então deputado Fábio Novo (PT), foi agraciado com título de cidadania pelos relevantes serviços prestados ao Piauí. Assis frisou que convênios filantrópicos foram assinados não apenas em Picos, mas em Marcolândia, Sigefredo Pacheco e outras.
“Os recursos foram devidamente autorizados, como contrapartida dos equipamentos da policlínica, para cobirir despesas com as contas de água, energia, de direção, valores correspondentes a um ano de repasse dos recursos do Governo do Estado para a manutenção daquela unidade de saúde, tudo aprovado com parecer da PGE (Procuradoria Geral do Estado), em reunião no gabinete do governador Wellington Dias. Foram repassados apenas relativos a quatro parcelas, depois que houve a ação contestando o convênio”, destacou Assis Carvalho, lembrando que todas as suas contas do Detran-PI e da Agespisa foram aprovadas pelo TCE-PI.
O deputado João de Deus pediu a palavra para ressaltar que todos os deputados têm interesse de saber a verdade. “O deputado tem razão de pedir os esclarecimentos, está correto, mas vamos promover uma audiência pública, para colocar frente a frente os gestores públicos, os presidentes das instituições envolvidas, a fim de que todos os esclarecimentos sejam prestados por quem de direito”, defendeu.
Assis Carvalho lembrou que chegou a sugerir a realização de uma audiência pública em Picos para debater um assunto, “que vem sendo discutido há mais de três em Picos”, acrescentou.
Em aparte, o deputado Mauro Tapety (PMDB) disse que o convênio com a Pro-Brasil beneficiaria não apenas a cidade de Picos, mas toda a região Centro-Sul, compreendendo 60 municípios e 450 mil pessoas, daí a importância do debate e do esclarecimento das dúvidas levantadas pelo deputado Kleber Eulálio”, afirmou Tapety.
Ver todos os comentários | 0 |