Vereadores da Câmara Municipal de Teresina cobram medidas da Prefeitura em relação à Comissão Municipal Expedidora de Identidade Estudantil (CMEIE), que ainda estaria a funcionar irregularmente. Há quase um mês, os parlamentares que integraram a CPI que apura denúncias na entidade encaminharam relatório com os resultados ao Executivo, mas sem resposta sobre as providências a serem tomadas.
Durante sessão ordinária na Casa, nesta quarta-feira (09), o vereador Rodrigo Martins (PSB), que integrou a Comissão Parlamentar de Inquérito, fez críticas à postura da Prefeitura. “A CPI da CMEIE pode acabar em pizza se a Prefeitura não tomar medidas fortes para evitar que a entidade continue na ilegalidade”, afirma o socialista.
O parlamentar teme que o trabalho de seis meses feito pela Comissão seja ignorado. ”Foi um semestre de trabalho árduo, investigando e ouvindo depoimentos de inúmeras pessoas em busca de um resultado satisfatório à sociedade. Não queremos que isso tenha sido em vão”, revela Martins.
Ainda segundo Rodrigo, o próprio procurador Geral do Município, José Wilson, em reunião na CMT, admitiu que a CMEIE é uma associação privada que presta serviço público e não integra a administração pública municipal.
O presidente da Casa, vereador Edvaldo Marques, leu o ofício encaminhado à Secretaria Municipal de Administração e ao Ministério Público, em outubro deste ano, informando sobre o envio dos relatórios e seus resultados. A pedido dos vereadores, Edvaldo Marques adiantou que vai reenviar a solicitação aos dois órgãos.
Em aparte, também cobraram providências os vereadores Rooney Lustosa (PSD), Rosário Bezerra (PT), Dr. Pessoa (PSD), Urbano Eulálio (PSDB), Luiz Lobão (PMDB) e Edson Melo (PSDB).
CPI DA CMEIE
A Comissão convocou 17 pessoas para depor, analisou mais de cinco mil páginas de documentos, expediu 83 ofícios e teve resposta para apenas 24. Participaram dos trabalhadores o presidente da CPI, Renato Berger, a relatora Rosário Bezerra, e os vereadores Rooney Lustosa, Rodrigo Martins e Major Paulo Roberto (PRTB).
Durante sessão ordinária na Casa, nesta quarta-feira (09), o vereador Rodrigo Martins (PSB), que integrou a Comissão Parlamentar de Inquérito, fez críticas à postura da Prefeitura. “A CPI da CMEIE pode acabar em pizza se a Prefeitura não tomar medidas fortes para evitar que a entidade continue na ilegalidade”, afirma o socialista.
O parlamentar teme que o trabalho de seis meses feito pela Comissão seja ignorado. ”Foi um semestre de trabalho árduo, investigando e ouvindo depoimentos de inúmeras pessoas em busca de um resultado satisfatório à sociedade. Não queremos que isso tenha sido em vão”, revela Martins.
Ainda segundo Rodrigo, o próprio procurador Geral do Município, José Wilson, em reunião na CMT, admitiu que a CMEIE é uma associação privada que presta serviço público e não integra a administração pública municipal.
O presidente da Casa, vereador Edvaldo Marques, leu o ofício encaminhado à Secretaria Municipal de Administração e ao Ministério Público, em outubro deste ano, informando sobre o envio dos relatórios e seus resultados. A pedido dos vereadores, Edvaldo Marques adiantou que vai reenviar a solicitação aos dois órgãos.
Em aparte, também cobraram providências os vereadores Rooney Lustosa (PSD), Rosário Bezerra (PT), Dr. Pessoa (PSD), Urbano Eulálio (PSDB), Luiz Lobão (PMDB) e Edson Melo (PSDB).
CPI DA CMEIE
A Comissão convocou 17 pessoas para depor, analisou mais de cinco mil páginas de documentos, expediu 83 ofícios e teve resposta para apenas 24. Participaram dos trabalhadores o presidente da CPI, Renato Berger, a relatora Rosário Bezerra, e os vereadores Rooney Lustosa, Rodrigo Martins e Major Paulo Roberto (PRTB).
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