O deputado Firmino Filho (PSDB) registrou, em discurso da tribuna da Assembléia Legislativa, na manhã de hoje (1) a visita da presidente do Sindicato dos Médicos do Piauí, Lúcia Santos, acompanhada de integrantes do sindicato da categoria, que foi pedir a intermediação dos deputados para uma solução negociada para a greve dos médicos do Piauí, que estão parados há cinco dias, na segunda paralisação no ano.
“A causa da greve é a busca de melhores condições de trabalho e de salários para a categoria médica. A Constituição Federal de 1988 garantia assistência à saúde como direito do cidadão. Infelizmente o que está no papel ainda não se transformou em ações práticas. Ao longo dos governos, buscou-se construir um sistema de saúde pública eficiente e de qualidade, mas ainda estamos bem distante dessa realidade. Um dos desafios é justamente o financiamento da saúde. R$ 500 per capita/ano é muito pouco, o que representa uma escassez generalizada em todos os setores da Saúde, nas consultas, nas cirurgias, nos exames”, lembrou Firmino Filho.
O deputado tucano enfatizou que, comparando os valores praticados no setor público com o setor privado, percebe-se que há uma disparidade entre eles, o que faz com que médicos busquem outras atividades para alcançar um ganho que possa atender às suas necessidades. “Resolver a questão salarial é crucial para avançar e alcançar uma saúde de qualidade” acrescentou.
Firmino Filho avalia a paralisação como um sinal de alerta. “As questões da saúde precisam ser encaradas. O Sindicato dos Médicos esteve hoje no Legislativo buscando que os deputados possam intermediar a negociação com o governo, algo fundamental para a melhoria das condições de trabalho desses profissionais e da qualidade da prestação dos serviços de saúde. Essa Casa cumpre o seu papel e vai buscar uma solução também para essa questão”, prometeu.
O deputado do PSDB também destacou a audiência de integrantes da bancada estadual e federal com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, realizada na noite da última quarta-feira (30), em Brasília, na tentativa de encontrar uma saída para a abertura do Hospital Universitário. Ele foi um dos representantes da Assembléia Legislativa no encontro.
“A causa da greve é a busca de melhores condições de trabalho e de salários para a categoria médica. A Constituição Federal de 1988 garantia assistência à saúde como direito do cidadão. Infelizmente o que está no papel ainda não se transformou em ações práticas. Ao longo dos governos, buscou-se construir um sistema de saúde pública eficiente e de qualidade, mas ainda estamos bem distante dessa realidade. Um dos desafios é justamente o financiamento da saúde. R$ 500 per capita/ano é muito pouco, o que representa uma escassez generalizada em todos os setores da Saúde, nas consultas, nas cirurgias, nos exames”, lembrou Firmino Filho.
O deputado tucano enfatizou que, comparando os valores praticados no setor público com o setor privado, percebe-se que há uma disparidade entre eles, o que faz com que médicos busquem outras atividades para alcançar um ganho que possa atender às suas necessidades. “Resolver a questão salarial é crucial para avançar e alcançar uma saúde de qualidade” acrescentou.
Firmino Filho avalia a paralisação como um sinal de alerta. “As questões da saúde precisam ser encaradas. O Sindicato dos Médicos esteve hoje no Legislativo buscando que os deputados possam intermediar a negociação com o governo, algo fundamental para a melhoria das condições de trabalho desses profissionais e da qualidade da prestação dos serviços de saúde. Essa Casa cumpre o seu papel e vai buscar uma solução também para essa questão”, prometeu.
O deputado do PSDB também destacou a audiência de integrantes da bancada estadual e federal com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, realizada na noite da última quarta-feira (30), em Brasília, na tentativa de encontrar uma saída para a abertura do Hospital Universitário. Ele foi um dos representantes da Assembléia Legislativa no encontro.
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