A audiência rendeu cerca de quatro horas de discussão sobre o condicionamento do exercício da advocacia à aprovação no Exame de Ordem. A pauta foi proposta pelos deputados Domingos Dutra (PT-MA) e Antônio Carlos Biffi (PT-MS), da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal.
Dutra e Biffi afirmam que os formandos em Direito estão insatisfeitos com a exigência do exame para se exercer a profissão, determinada pela Lei 8.906/94. Na ocasião, foram ouvidos representantes do Legislativo, Executivo e das entidades estudantis.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí, Sigifroi Moreno, participou da audiência e reafirmou a importância do Exame na defesa da sociedade. “Mesmo diante dos argumentos contrários, nós estamos cada vez mais convencidos de que o Exame, além de ser constitucional, é extremamente importante, absolutamente necessário para primar pela qualidade do Ensino no país”, destacou.
Sigifroi Moreno enfatizou pesquisa que comprova a aprovação da prova entre os estudantes. “Quase 75% dos examinandos aprovam o método de avaliação”, pontuou o presidente da OAB-PI.
O secretário-geral do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Furtado Coelho, contestou as críticas. “O advogado vai tratar da liberdade e dos bens de um cidadão. Se ele não estiver bem preparado, o cidadão é que será punido”, alertou.
O advogado destacou ainda que os cursos de exame de ordem são uma realidade em vários países, como Itália, França, EUA, Alemanha e Inglaterra. “Na Inglaterra, por exemplo, ainda é exigido estágio curricular para aprovação”, salientou.
Para concluir, Marcus Vinícius Coelho afirmou que os donos de faculdades com má qualidade serão os grandes beneficiados com o fim da obrigatoriedade do Exame. “Os beneficiários serão os donos de faculdade que vendem o sonho do bacharelado sem oferecer qualidade. Não podemos defender interesses mesquinhos”, frisou.
Dutra e Biffi afirmam que os formandos em Direito estão insatisfeitos com a exigência do exame para se exercer a profissão, determinada pela Lei 8.906/94. Na ocasião, foram ouvidos representantes do Legislativo, Executivo e das entidades estudantis.
Imagem: Divulgação/GP1
Sigifrói Moreno
Entre os pontos considerados negativos pelos parlamentares, estão os critérios de elaboração das provas, o conteúdo do exame e o custo elevado da taxa de inscrição, que dificultaria a participação de estudantes de baixa renda.
Sigifrói MorenoO presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí, Sigifroi Moreno, participou da audiência e reafirmou a importância do Exame na defesa da sociedade. “Mesmo diante dos argumentos contrários, nós estamos cada vez mais convencidos de que o Exame, além de ser constitucional, é extremamente importante, absolutamente necessário para primar pela qualidade do Ensino no país”, destacou.
Sigifroi Moreno enfatizou pesquisa que comprova a aprovação da prova entre os estudantes. “Quase 75% dos examinandos aprovam o método de avaliação”, pontuou o presidente da OAB-PI.
O secretário-geral do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Furtado Coelho, contestou as críticas. “O advogado vai tratar da liberdade e dos bens de um cidadão. Se ele não estiver bem preparado, o cidadão é que será punido”, alertou.
O advogado destacou ainda que os cursos de exame de ordem são uma realidade em vários países, como Itália, França, EUA, Alemanha e Inglaterra. “Na Inglaterra, por exemplo, ainda é exigido estágio curricular para aprovação”, salientou.
Para concluir, Marcus Vinícius Coelho afirmou que os donos de faculdades com má qualidade serão os grandes beneficiados com o fim da obrigatoriedade do Exame. “Os beneficiários serão os donos de faculdade que vendem o sonho do bacharelado sem oferecer qualidade. Não podemos defender interesses mesquinhos”, frisou.
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