O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, pediu demissão do cargo nesta terça-feira, 7. Palocci, entregou nesta tarde carta à presidente Dilma Rousseff solicitando o seu afastamento do cargo. A senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), que se reuniu com Dilma hoje, vai assumir a Casa Civil em seu lugar.
"O ministro considera que a robusta manifestação do procurador-geral da República confirma a legalidade e a retidão de suas atividades profissionais no período recente, bem como a inexistência de qualquer fundamento, ainda que mínimo, nas alegações apresentadas sobre sua conduta. Considera, entretanto, que a continuidade de embate político poderia prejudicar suas atribuições no governo. Diante disso, decidiu solicitar seu afastamento", cita a nota divulgada pela assessoria da Casa Civil.
Arquivamento. Nesta segunda, o Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, anunciou o arquivamento de representação que pedia abertura de investigação sobre Palocci, que aumentou seu patrimônio em 20 vezes desde 2006.
Gleisi Hoffmann alia experiência política e gestão administração
A paranaense de 45 anos tem experiência política, adquirida nas duas campanhas eleitorais, e reúne características técnicas, reforçadas durante o comando da diretoria de Finanças da Itaipu Binacional. Ex-presidente do PT no Paraná, Gleisi perdeu a eleição para o tucano Beto Richa à prefeitura de Curitiba em 2008, mas conseguiu se eleger ao Senado nas eleições do ano passado e contou com o apoio ostensivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da então candidata Dilma Rousseff.
Mulher do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a paranaense forma com o marido uma espécie de “dupla dinâmica” de aliados de primeira hora do Palácio do Planalto. No Senado, Gleisi vinha se destacando como “líder informal do governo”, já que fazia intervenções e apartes a favor do governo federal a todo o momento, sem deixar nenhum ataque da oposição sem resposta. Com informações do Estado
"O ministro considera que a robusta manifestação do procurador-geral da República confirma a legalidade e a retidão de suas atividades profissionais no período recente, bem como a inexistência de qualquer fundamento, ainda que mínimo, nas alegações apresentadas sobre sua conduta. Considera, entretanto, que a continuidade de embate político poderia prejudicar suas atribuições no governo. Diante disso, decidiu solicitar seu afastamento", cita a nota divulgada pela assessoria da Casa Civil.
Arquivamento. Nesta segunda, o Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, anunciou o arquivamento de representação que pedia abertura de investigação sobre Palocci, que aumentou seu patrimônio em 20 vezes desde 2006.
Gleisi Hoffmann alia experiência política e gestão administração
Imagem: Reprodução
Gleisi Hoffmann
Convidada para suceder ao ex-ministro Antonio Palocci na chefia da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) tem atuado com destaque na defesa do governo no Senado. Ela praticamente trabalhava como uma líder do governo. Fontes do Planalto avalizam que Gleisi tem todas as condições para comandar a Casa Civil e o relacionamento com o Congresso.
Gleisi Hoffmann A paranaense de 45 anos tem experiência política, adquirida nas duas campanhas eleitorais, e reúne características técnicas, reforçadas durante o comando da diretoria de Finanças da Itaipu Binacional. Ex-presidente do PT no Paraná, Gleisi perdeu a eleição para o tucano Beto Richa à prefeitura de Curitiba em 2008, mas conseguiu se eleger ao Senado nas eleições do ano passado e contou com o apoio ostensivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da então candidata Dilma Rousseff.
Mulher do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a paranaense forma com o marido uma espécie de “dupla dinâmica” de aliados de primeira hora do Palácio do Planalto. No Senado, Gleisi vinha se destacando como “líder informal do governo”, já que fazia intervenções e apartes a favor do governo federal a todo o momento, sem deixar nenhum ataque da oposição sem resposta. Com informações do Estado

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