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Finanças do Estado continuam causando preocupação, diz Firmino Filho

Firmino Filho falou que no relatório apresentado pela Sefaz, os dados sobre o crescimento da receita neste período, comparado com o mesmo período do ano passado.

Imagem: Germana Chaves / GP1Clique para ampliarDeputados aprovam requerimento de Firmino Filho convidando Silvano Alencar a comparecer à assembléia(Imagem:Foto: GP1)Deputado Firmino Filho
O deputado Firmino Filho (PSDB) ocupou hoje a tribuna da Assembléia Legislativa para relatar a sua preocupação com a política financeira adota no Piauí no primeiro quadrimestre de 2011. Ele disse que a audiência pública realizada pela Alepi para apresentação do relatório de gestão fiscal pela Secretaria de Fazenda do Estado, em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal, trouxe mais preocupação ainda.

Firmino Filho falou que no relatório apresentado pela Sefaz, os dados sobre o crescimento da receita neste período, comparado com o mesmo período do ano passado, mostram uma variação positiva de 1,5 bilhão para 1,8 bilhão em 2011, em um percentual de 14,27%. Já nas receitas de capital (operação de créditos e emendas) houve uma queda de 95%, entrando somente 17 milhões.

“As despesas correntes tiveram, neste mesmo, período um aumento de 11,96% no primeiro quadrimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. A avaliação apresentada pela Sefaz nos leva a algumas conclusões. Neste primeiro semestre de 2011, se os dados estão certos, a dívida gira entre 450 e 700 milhões de reais”, disse o parlamentar.
Ele lamentou que, apesar de um momento propício, o governo errou ao permitir que a sua despesa corrente aumentasse em 13%, o que diminuiu a capacidade de reduzir os débitos existentes, quando houve significativo aumento das receitas.

“Infelizmente, apesar do esforço do governo em renegociar a dívida do Estado, o governo não fez o seu dever de casa. Esperamos que essa crítica sirva de alerta para que, em uma oportunidade como essa, os gestores das finanças públicas possam ser mais austeros para reduzir seus gastos e que essa política de austeridade não seja apenas da boca para fora. Que possamos regularizar as contas do governo e a gestão pública do Estado”, enfatizou o tucano.


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