O deputado federal Júlio César (DEM) foi alertado pelo presidente da Federação de Agricultura do Estado do Piauí, Carlos Augusto, o ‘Caú’, de que o Banco do Nordeste (BNB) está substituindo o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) por uma letra de crédito agrário que tem encargo de quase 15% ao ano, contra os 6,75% do FNE atualmente.
O alerta foi no sentido de que Júlio César desse eco às novas mudanças com o objetivo de tentar impedi-las e tomasse as providências cabíveis e necessárias junto ao Banco. O deputado federal Júlio César observou que “se for substituído esse encargo de 6,75% para 15%, o custeio vai ser aumentado substancialmente”.
O parlamentar ressaltou ainda que está previsto para o Piauí, pelo FNE, apenas R$ 540 milhões para serem aplicados este ano. “Este total representa menos do que 5% do total estimado a ser aplicado em todo o Nordeste, composto de 9 estados”, calcula.
A intenção de Júlio César é fazer um apelo junto à presidência do banco para que não deixe o Piauí ser incluso nessa linha de crédito de 15%, destinando dessa forma, juros mais baixos - na base de 6,75% - para o financiamento do Empréstimo do Governo Federal (EGF) e custeio agrícola destinado à safra que está começando este ano e termina em 2012, além de aumente a participação do Estado no FNE.
O alerta foi no sentido de que Júlio César desse eco às novas mudanças com o objetivo de tentar impedi-las e tomasse as providências cabíveis e necessárias junto ao Banco. O deputado federal Júlio César observou que “se for substituído esse encargo de 6,75% para 15%, o custeio vai ser aumentado substancialmente”.
O parlamentar ressaltou ainda que está previsto para o Piauí, pelo FNE, apenas R$ 540 milhões para serem aplicados este ano. “Este total representa menos do que 5% do total estimado a ser aplicado em todo o Nordeste, composto de 9 estados”, calcula.
A intenção de Júlio César é fazer um apelo junto à presidência do banco para que não deixe o Piauí ser incluso nessa linha de crédito de 15%, destinando dessa forma, juros mais baixos - na base de 6,75% - para o financiamento do Empréstimo do Governo Federal (EGF) e custeio agrícola destinado à safra que está começando este ano e termina em 2012, além de aumente a participação do Estado no FNE.
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