Durante audiência púlbica realizada na Câmara de Vereadores de Teresina na manhã desta sexta-feira (15), o vereador Urbano Eulálio (PSDB) cobrou da prefeitura de Teresina ações para a coleta e tratamento do lixo hospitalar na capital e foi informado pelo coordenador de limpeza pública da cidade, Wander Maia, que a prefeitura de Teresina está elaborando um Plano de Resíduos Sólidos e somente a partir da existência desse plano de ação é que o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, irá decidir de que forma será feita a coleta e qual será o destino dos resíduos sólidos.
“Desde o primeiro ano de funcionamento do aterro sanitário, há cerca de 30 anos, este tipo de resíduo é coletado e enterrado numa área específica do aterro sanitário. Entretanto, o destino adequado dos Resíduos dos Serviços de Saúde (RSS) é a incineração do material por conter substâncias que apresentam riscos à saúde pública. Contudo, existe na cidade uma empresa que pretende gera energia elétrica a partir do lixo. Estamos estudando para saber o que será mais econômico para a prefeitura, se é a incineração ou transformação do lixo em energia elétrica”, disse Maia.
Wander Maia disse ainda aos vereadores Urbano Eulálio (PSDB) e Décio Solano (PT), autores do requerimento que solicitou a realização da audiência pública, que por mês, são produzidas 250 toneladas de RSS e que a incineração deste material custaria em torno de R$ 2 mil por tonelada de lixo produzido, sendo um gastos R$ 500 mil por mês e R$ 6 milhões por ano só com a coleta e tratamento do lixo hospitalar.
“ É de responsabilidade do município a coleta dos resíduos dos hospitais públicos municipais. O Plano de Resíduos Sólidos é uma lei federal e todos os municípios devem se adequar num prazo máximo de quatro anos. Os demais estabelecimentos que produzem este tipo de lixo também devem produzir um plano de ação e gerenciamento. A SDU já está expedindo os documentos direcionados aos estabelecimentos. Eles terão 120 dias para produzir o plano.Os donos de clínicas devem participar dos custos da incineração caso este seja o método adotado pela prefeitura para tratar este lixo”, afirmou o coordenador.
Para o vereador Urbano Eulálio, as explicações do coordenador de limpeza pública da cidade, Wander Maia, demonstram que o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, está preocupado com o tratamento que está sendo dado ao lixo hospitalar na cidade. “ O tema foi debatido, a prefeitura e os donos de hospitais da rede privada demonstraram que também estão preocupados com o lixo hospitalar. Agora vamos aguardar as decisões que serão tomadas após a elaboração do um Plano de Resíduos Sólidos”, finalizou o vereador.
Imagem: Divulgação/GP1
Lixo hospitalar poderá ser fonte de energia eletrica em Teresina
Lixo hospitalar poderá ser fonte de energia eletrica em Teresina“Desde o primeiro ano de funcionamento do aterro sanitário, há cerca de 30 anos, este tipo de resíduo é coletado e enterrado numa área específica do aterro sanitário. Entretanto, o destino adequado dos Resíduos dos Serviços de Saúde (RSS) é a incineração do material por conter substâncias que apresentam riscos à saúde pública. Contudo, existe na cidade uma empresa que pretende gera energia elétrica a partir do lixo. Estamos estudando para saber o que será mais econômico para a prefeitura, se é a incineração ou transformação do lixo em energia elétrica”, disse Maia.
Wander Maia disse ainda aos vereadores Urbano Eulálio (PSDB) e Décio Solano (PT), autores do requerimento que solicitou a realização da audiência pública, que por mês, são produzidas 250 toneladas de RSS e que a incineração deste material custaria em torno de R$ 2 mil por tonelada de lixo produzido, sendo um gastos R$ 500 mil por mês e R$ 6 milhões por ano só com a coleta e tratamento do lixo hospitalar.
“ É de responsabilidade do município a coleta dos resíduos dos hospitais públicos municipais. O Plano de Resíduos Sólidos é uma lei federal e todos os municípios devem se adequar num prazo máximo de quatro anos. Os demais estabelecimentos que produzem este tipo de lixo também devem produzir um plano de ação e gerenciamento. A SDU já está expedindo os documentos direcionados aos estabelecimentos. Eles terão 120 dias para produzir o plano.Os donos de clínicas devem participar dos custos da incineração caso este seja o método adotado pela prefeitura para tratar este lixo”, afirmou o coordenador.
Para o vereador Urbano Eulálio, as explicações do coordenador de limpeza pública da cidade, Wander Maia, demonstram que o prefeito de Teresina, Elmano Férrer, está preocupado com o tratamento que está sendo dado ao lixo hospitalar na cidade. “ O tema foi debatido, a prefeitura e os donos de hospitais da rede privada demonstraram que também estão preocupados com o lixo hospitalar. Agora vamos aguardar as decisões que serão tomadas após a elaboração do um Plano de Resíduos Sólidos”, finalizou o vereador.
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