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Política

Governador Wilson Martins propõe que combate às drogas seja incluído no Brasil sem Miséria

Wilson Martins foi enfático ao defender as ações do Brasil sem Miséria, que tem como eixos a agricultura familiar, abastecimento de água e ampliação da rede de saúde.

O governador Wilson Martins ressaltou a importância de incluir o combate às drogas e à falta de médicos no Plano Brasil sem Miséria, lançado em Arapiraca (AL), nesta segunda-feira (25), pela presidente Dilma Rousseff. Para ele, a luta contra a pobreza também precisa interferir nestas questões sociais.

Wilson Martins foi enfático ao defender as ações do Brasil sem Miséria, que tem como eixos a agricultura familiar, abastecimento de água e ampliação da rede de saúde. O governador destacou em especial a inclusão produtiva e a universalização da água. “Sem o envolvimento das famílias pobres no processo produtivo não há como se reverter o quadro de miséria”, pontuou.

O governador defendeu que o Plano adote projetos como o de microssistemas de irrigação e de criação de pequenos animais, tal qual o projeto de criação de galinha caipira, criado no Piauí e que hoje é copiado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Para Wilson Martins, o programa Água para Todos, também lançado pela presidente nesta segunda, é uma “estratégia para atenção e fixação do homem no campo e que cria condições para produzir”. O governador também falou durante o evento do programa de barraginhas, bastante difundido no Piauí, como alternativa para a seca.

Contribuição


Wilson Martins colocou na pauta de discussão do Brasil sem Miséria dois pontos importantes: o combate aos entorpecentes e a falta de médicos nas cidades do interior. “A droga é um drama geral e de todas as cidades. Precisa ser enfrentada através da prevenção, da educação, em especial da escola de tempo integral que inclui socialmente através do esporte e cultura”, defendeu.

Outro ponto atentado pelo governador do Piauí é a falta de médico no sistema público de saúde dos municípios do interior. “Muitas vezes faz-se concurso e não aparece médico. Isso contribui para a ineficiência dos hospitais regionais. Nem o PSF pode funcionar bem dessa forma”, analisou, defendendo que o Brasil sem Miséria também procure agir nesse ponto.

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