Lula cobrou a reforma da instituição e afirmou que a situação na Líbia se agravou devido ao formato do Conselho de Segurança. "Não temos e não podemos concordar com o que foi feito na Líbia. Hoje foi lá e amanhã pode ser aqui. Se tivesse um Conselho de Segurança forte não teria acontecido", frisou Lula na Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro. "Se quisermos ter governança global séria e respeitada teremos que repensar o Conselho de Segurança", acrescentou.
Lula também defendeu a participação brasileira em missões de paz da ONU, nos moldes do trabalho feito no Haiti, considerado por ele um sucesso. Apesar de admitir não conhecer a situação das tropas brasileiras no país do Caribe, o ex-presidente ressaltou que, talvez, seja a hora de pensar na saída dos militares brasileiros da região. "Há um momento em que tem sair, para não se desgastar", disse.
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