A folha de pagamento do Estado passa por uma auditoria solicitada pelo secretário de Administração, Paulo Ivan. O trabalho está sendo realizado pela Controladoria Geral do Estado (CGE), que apura supostas irregularidades cometidas no Governo Wellington Dias (PT) e no próprio Governo Wilson Martins (PSB). O auditor Darcy Siqueira revelou que existem distorções e irregularidades que estão sendo apontadas em um relatório que será entregue ao governador Wilson Martins.
As secretarias estaduais de Justiça e de Assistência Social e Cidadania também passaram por auditorias da CGE. Segundo Darcy Siqueira, a auditoria é complexa e levanta aspectos da administração pública, apurando dados de um período de 2010 a 2011, correspondentes aos governos de Wellington Dias e de Wilson Martins, que substituiu o petista em abril do ano passado. "Estamos vendo aspectos de legalidade em pagamentos e coisas infundadas", adiantou o auditor.
Ele revelou ainda que a varredura deve apontar sugestões para corrigir falhas, como pagamentos que são feitos com códigos sem fundamento no Estado. "Esses têm que ser tirados e revistos, inclusive se podem ser pagos", emendou. Foi nesta mesma varredura que se identificou que 529 servidores públicos do Estado ganham um salário maior que o salário governador, mesmo tendo sido aplicado um redutor salarial. "Estamos apontando recomendações ao gestor. Mas tudo deve seguir o devido processo legal e dar o direito ao contraditório e à ampla defesa. Mas são apontadas medidas corretivas para as falhas apontadas no relatório", adiantou Darcy Siqueira.
O auditor confirmou que existem distorções que estão sendo observadas e devem ser corrigidas. Após a conclusão do relatório, abre-se o prazo para o contraditório e ampla defesa, em torno de 30 dias. O material será encaminhado aos órgãos competentes para as devidas correções.
Segundo Darcy Siqueira, existe fatos novos e antigos, mas ambos devem ter correção. "Fizemos um levantamento do último governo, o exercício anterior, em 2010, e coisas mais recentes como 2011, porque as situações perduram e precisam ser corrigidas", destacou.
OUTRAS AUDITORIAS
A CGE foi acionada para atuar em outros órgãos do Estado. Somente este ano foi feito três grandes auditorias. Uma delas ocorreu na Secretaria de Justiça e já está em fase de conclusão. O relatório levanta vários aspectos e ressalta pontos do hospital penitenciário.
Uma outra auditoria foi solicitada para a Secretaria de Assistência Social e da Cidadania, mas o auditor não comentou as razões ou justificativas que levaram à medida. Os relatórios estão sendo concluídos e encaminhados ao governador Wilson Martins e à Procuradoria Geral do Estado. Com informações do Diário do Povo
As secretarias estaduais de Justiça e de Assistência Social e Cidadania também passaram por auditorias da CGE. Segundo Darcy Siqueira, a auditoria é complexa e levanta aspectos da administração pública, apurando dados de um período de 2010 a 2011, correspondentes aos governos de Wellington Dias e de Wilson Martins, que substituiu o petista em abril do ano passado. "Estamos vendo aspectos de legalidade em pagamentos e coisas infundadas", adiantou o auditor.
Ele revelou ainda que a varredura deve apontar sugestões para corrigir falhas, como pagamentos que são feitos com códigos sem fundamento no Estado. "Esses têm que ser tirados e revistos, inclusive se podem ser pagos", emendou. Foi nesta mesma varredura que se identificou que 529 servidores públicos do Estado ganham um salário maior que o salário governador, mesmo tendo sido aplicado um redutor salarial. "Estamos apontando recomendações ao gestor. Mas tudo deve seguir o devido processo legal e dar o direito ao contraditório e à ampla defesa. Mas são apontadas medidas corretivas para as falhas apontadas no relatório", adiantou Darcy Siqueira.
O auditor confirmou que existem distorções que estão sendo observadas e devem ser corrigidas. Após a conclusão do relatório, abre-se o prazo para o contraditório e ampla defesa, em torno de 30 dias. O material será encaminhado aos órgãos competentes para as devidas correções.
Segundo Darcy Siqueira, existe fatos novos e antigos, mas ambos devem ter correção. "Fizemos um levantamento do último governo, o exercício anterior, em 2010, e coisas mais recentes como 2011, porque as situações perduram e precisam ser corrigidas", destacou.
OUTRAS AUDITORIAS
A CGE foi acionada para atuar em outros órgãos do Estado. Somente este ano foi feito três grandes auditorias. Uma delas ocorreu na Secretaria de Justiça e já está em fase de conclusão. O relatório levanta vários aspectos e ressalta pontos do hospital penitenciário.
Uma outra auditoria foi solicitada para a Secretaria de Assistência Social e da Cidadania, mas o auditor não comentou as razões ou justificativas que levaram à medida. Os relatórios estão sendo concluídos e encaminhados ao governador Wilson Martins e à Procuradoria Geral do Estado. Com informações do Diário do Povo
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