O deputado Assis Carvalho (PT/PI) voltou a defender na Câmara, hoje, 21, fontes de financiamento para a Saúde Pública. “Com a Emenda 29, de onde virá o recurso para a sustentação do SUS?”, questionou o deputado. Ele falou sobre o Projeto de Lei 2212/11, de sua autoria, que busca tornar mais justa a tabela do Imposto de Renda e direcionar recursos para o SUS.
“Vamos debater a Emenda 29 sem a hipocrisia dos que cobram mais gastos com a saúde e mais políticas sociais, mas derrubam todas as propostas de impostos mais justos. Queremos debater a justiça fiscal, a tabela progressiva, a taxação das grandes fortunas, de lucros e da propriedade para garantir mais recursos para as políticas públicas básicas”, argumentou.
O deputado lembrou na Câmara que a questão da taxação dos mais ricos para financiar políticas públicas também está sendo discutida nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama defendeu a taxação de grandes fortunas para garantir políticas de saúde e emprego; e na França, onde o presidente Nicolas Sarkozy pretende corrigir a tabela progressiva dos impostos para cobrar mais dos mais ricos.
Sobre impostos
Uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela que os 10% mais pobres despendem 33% de sua renda – de seus salários – com tributos indiretos, impostos sobre o consumo, alimentos e serviços. Segundo o Banco Mundial, 55% da carga tributária brasileira incide sobre o consumo – o que penaliza o pobre – 31% recai sobre a renda e apenas 13% sobre o patrimônio.
“É preciso mudar o foco da cobrança de impostos no Brasil, desonerar a classe média, os pequenos e médios empresários, e cobrar impostos sobre os lucros e o patrimônio”, concluiu.
“Vamos debater a Emenda 29 sem a hipocrisia dos que cobram mais gastos com a saúde e mais políticas sociais, mas derrubam todas as propostas de impostos mais justos. Queremos debater a justiça fiscal, a tabela progressiva, a taxação das grandes fortunas, de lucros e da propriedade para garantir mais recursos para as políticas públicas básicas”, argumentou.
O deputado lembrou na Câmara que a questão da taxação dos mais ricos para financiar políticas públicas também está sendo discutida nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama defendeu a taxação de grandes fortunas para garantir políticas de saúde e emprego; e na França, onde o presidente Nicolas Sarkozy pretende corrigir a tabela progressiva dos impostos para cobrar mais dos mais ricos.
Sobre impostos
Uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela que os 10% mais pobres despendem 33% de sua renda – de seus salários – com tributos indiretos, impostos sobre o consumo, alimentos e serviços. Segundo o Banco Mundial, 55% da carga tributária brasileira incide sobre o consumo – o que penaliza o pobre – 31% recai sobre a renda e apenas 13% sobre o patrimônio.
“É preciso mudar o foco da cobrança de impostos no Brasil, desonerar a classe média, os pequenos e médios empresários, e cobrar impostos sobre os lucros e o patrimônio”, concluiu.

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