Carros mais econômicos e mais seguros é o objetivo do Governo Federal ao lançar o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto), que garante incentivo às empresas do setor automotivo com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o investimento em engenharia, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento.
No dia 12 de julho deste ano, o deputado federal Jesus Rodrigues (PT) anunciou no plenário da Câmara dos Deputados a elaboração de Indicativo ao Ministério da Fazenda requerendo a redução do IPI para carros elétricos e híbridos, minicarros, veículos menos poluentes e veículos com menor consumo de combustível. A ideia era estender o benefício, na época concedido a veículos de até 2.000 cilindradas e utilitários comerciais.
“Dentro desse pacote de incentivo à indústria automobilística, é claro que nós precisamos direcioná-la de maneira que possa incentivar quem, na verdade, pretende construir um veículo para transporte de pessoas que seja mais avançado em relação ao nosso padrão, e não apenas dentro do modelo atual, de veículos que ocupam nossas cidades de maneira exagerada, dificultando ainda mais a nossa vida, o nosso ir e vir. Os veículos híbridos, os minicarros, carros para dois passageiros, poderiam ter incentivos, porque as nossas cidades estão, cada dia, mais cheias de veículos. Priorizar também aqueles que tenham índice de poluição menor, que consigam rodar com consumo menor de combustível”, afirmou Jesus Rodrigues em pronunciamento.
Não é a primeira vez que o deputado piauiense defende causas ambientais. No ano passado, Jesus Rodrigues apresentou o Projeto de Lei 2397/11 com o objetivo de permitir a produção e comercialização de etanol por agricultores familiares, na tentativa de democratizar e incentivar o uso de biocombustíveis.
Inovar-Auto
Uma das principais metas do Programa Inovar-Auto é a redução de 12,08% do consumo de gasolina e etanol até 2017. O novo regime automotivo prevê o investimento das montadoras em tecnologias mais modernas de produção, com motores mais eficientes, menos poluentes e com peças mais leves. O governo quer também estimular a fabricação de veículos mais seguros, equipados com controle de estabilidade para evitar capotamentos e com sistemas de prevenção de acidentes por meio de alerta de colisão iminente.
As empresas serão obrigadas a aderir ao Programa de Etiquetagem Veicular do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A etiqueta classifica os veículos de acordo com a eficiência energética na comparação com modelos do mesmo segmento. Até 2017, todos os veículos produzidos no país deverão receber a etiqueta.
No dia 12 de julho deste ano, o deputado federal Jesus Rodrigues (PT) anunciou no plenário da Câmara dos Deputados a elaboração de Indicativo ao Ministério da Fazenda requerendo a redução do IPI para carros elétricos e híbridos, minicarros, veículos menos poluentes e veículos com menor consumo de combustível. A ideia era estender o benefício, na época concedido a veículos de até 2.000 cilindradas e utilitários comerciais.
“Dentro desse pacote de incentivo à indústria automobilística, é claro que nós precisamos direcioná-la de maneira que possa incentivar quem, na verdade, pretende construir um veículo para transporte de pessoas que seja mais avançado em relação ao nosso padrão, e não apenas dentro do modelo atual, de veículos que ocupam nossas cidades de maneira exagerada, dificultando ainda mais a nossa vida, o nosso ir e vir. Os veículos híbridos, os minicarros, carros para dois passageiros, poderiam ter incentivos, porque as nossas cidades estão, cada dia, mais cheias de veículos. Priorizar também aqueles que tenham índice de poluição menor, que consigam rodar com consumo menor de combustível”, afirmou Jesus Rodrigues em pronunciamento.
Não é a primeira vez que o deputado piauiense defende causas ambientais. No ano passado, Jesus Rodrigues apresentou o Projeto de Lei 2397/11 com o objetivo de permitir a produção e comercialização de etanol por agricultores familiares, na tentativa de democratizar e incentivar o uso de biocombustíveis.
Inovar-Auto
Uma das principais metas do Programa Inovar-Auto é a redução de 12,08% do consumo de gasolina e etanol até 2017. O novo regime automotivo prevê o investimento das montadoras em tecnologias mais modernas de produção, com motores mais eficientes, menos poluentes e com peças mais leves. O governo quer também estimular a fabricação de veículos mais seguros, equipados com controle de estabilidade para evitar capotamentos e com sistemas de prevenção de acidentes por meio de alerta de colisão iminente.
As empresas serão obrigadas a aderir ao Programa de Etiquetagem Veicular do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A etiqueta classifica os veículos de acordo com a eficiência energética na comparação com modelos do mesmo segmento. Até 2017, todos os veículos produzidos no país deverão receber a etiqueta.
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