A Justiça começa a ouvir os 22 réus do maior escândalo de corrupção da prefeitura de Campinas, o Caso Sanasa.
O primeiro a depor será o delator do suposto esquema de corrupção e desvio de dinheiro público na Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa). Trata-se do ex-presidente do órgão Luiz Castrilon de Aquino. Devem ser ouvidos também o vice-prefeito cassado Demétrio Villagra (PT) e a ex-primeira-dama Rosely Santos - apontada como líder do esquema, que envolvia fraudes e cobrança de propina.
O esquema de corrupção na Sanasa foi deflagrado em operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em maio de 2011, quando 11 pessoas chegaram a ser presas. A Promotoria denunciou 22 pessoas entre funcionários públicos, empresários e lobistas.
O escândalo levou a cassação também de dois prefeitos, Hélio de Oliveira Santos (PDT), o Dr. Hélio, então no comando da cidade, e seu vice, Demétrio Vilagra (PT). A Comissão Processante da Câmara dos Vereadores, instalada à época para avaliar as denúncias, concluiu que Vilagra assumiu a prefeitura em sete oportunidades, e sabia das irregularidades.
O primeiro a depor será o delator do suposto esquema de corrupção e desvio de dinheiro público na Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa). Trata-se do ex-presidente do órgão Luiz Castrilon de Aquino. Devem ser ouvidos também o vice-prefeito cassado Demétrio Villagra (PT) e a ex-primeira-dama Rosely Santos - apontada como líder do esquema, que envolvia fraudes e cobrança de propina.
O esquema de corrupção na Sanasa foi deflagrado em operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em maio de 2011, quando 11 pessoas chegaram a ser presas. A Promotoria denunciou 22 pessoas entre funcionários públicos, empresários e lobistas.
O escândalo levou a cassação também de dois prefeitos, Hélio de Oliveira Santos (PDT), o Dr. Hélio, então no comando da cidade, e seu vice, Demétrio Vilagra (PT). A Comissão Processante da Câmara dos Vereadores, instalada à época para avaliar as denúncias, concluiu que Vilagra assumiu a prefeitura em sete oportunidades, e sabia das irregularidades.
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