Na sessão da 1ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça de terça-feira (4) será julgada ação penal contra o vereador de São Julião Elias Vitalino Cipriano de Sousa, acusado de coação praticada contra vítima e testemunha em processo criminal.
Diz a denúncia do Ministério Público do Estado que, em 2009, o vereador Elias “coagiu, mediante grave ameaça, Francisca Elisnaura Sobrinha e Francisca Jaene Sobrinha, respectivamente vítima e testemunha em processo criminal, referente a denúncia criminal oferecida contra Raimundo Lourival do Nascimento, com o fim de favorecê-lo, eis que lhes convenceu a mudar seus testemunhos prestados no inquérito policial, para ajudar o denunciado, dizendo-lhes que seria melhor para ele e para Elisnaura, pois quanto mais tempo ele demorasse na cadeia pior seria, pois ele ficaria com mais raiva dela”.
Raimundo Lourival do Nascimento, vulgo Rdo Cajuí, “foi denunciado e condenado em primeira instância por porte de arma de fogo e sequestro, praticado contra sua ex-mulher Elisnaura, no qual foi defendido pelo advogado denunciado”, vereador Elias. Antes desse crime, Raimundo, cliente do advogado, tentou matar a ex-mulher duas vezes a tiros, segundo a denúncia.
Na fase policial do processo, “os depoimentos de Elisnaura e Jaene foram cruciais para a formação da convicção do julgador e para a sentença condenatória”. Porém, ambas "mudaram radicalmente seus depoimentos em audiência com o intuito de inocentá-lo, sem apresentarem motivo plausível para a mudança".
Na denúncia do Promotor de Justiça Francisco Túlio Ciarlini Mendes consta que as duas declararam que “o depoimento policial era verdadeiro e que haviam mudado a pedido do advogado Elias”. O relator da ação penal é o Desembargador Pedro de Alcântara Macêdo.
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Diz a denúncia do Ministério Público do Estado que, em 2009, o vereador Elias “coagiu, mediante grave ameaça, Francisca Elisnaura Sobrinha e Francisca Jaene Sobrinha, respectivamente vítima e testemunha em processo criminal, referente a denúncia criminal oferecida contra Raimundo Lourival do Nascimento, com o fim de favorecê-lo, eis que lhes convenceu a mudar seus testemunhos prestados no inquérito policial, para ajudar o denunciado, dizendo-lhes que seria melhor para ele e para Elisnaura, pois quanto mais tempo ele demorasse na cadeia pior seria, pois ele ficaria com mais raiva dela”.
Raimundo Lourival do Nascimento, vulgo Rdo Cajuí, “foi denunciado e condenado em primeira instância por porte de arma de fogo e sequestro, praticado contra sua ex-mulher Elisnaura, no qual foi defendido pelo advogado denunciado”, vereador Elias. Antes desse crime, Raimundo, cliente do advogado, tentou matar a ex-mulher duas vezes a tiros, segundo a denúncia.
Na fase policial do processo, “os depoimentos de Elisnaura e Jaene foram cruciais para a formação da convicção do julgador e para a sentença condenatória”. Porém, ambas "mudaram radicalmente seus depoimentos em audiência com o intuito de inocentá-lo, sem apresentarem motivo plausível para a mudança".
Na denúncia do Promotor de Justiça Francisco Túlio Ciarlini Mendes consta que as duas declararam que “o depoimento policial era verdadeiro e que haviam mudado a pedido do advogado Elias”. O relator da ação penal é o Desembargador Pedro de Alcântara Macêdo.
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