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Política

Presidente do Diretório Nacional do PT descarta candidatura própria em Teresina

Teresina não foi citada, jogando uma pá de cal nas afirmações do Senador Wellington Dias que andou espalhando por todos os cantos que a Direção Nacional queria candidatura própria

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, em entrevista publicada no site do PT Nacional, fez um balanço a respeito da situação atual do partido em relação a disputa eleitoral nas capitais brasileiras em 2012. Dentre as capitais consideradas prioritárias para o partido lançar candidatura própria, Teresina não foi citada, jogando uma pá de cal nas afirmações do Senador Wellington Dias que andou espalhando por todos os cantos que a Direção Nacional queria candidatura própria na capital piauiense.

Confira a entrevista
Imagem: DivulgaçãoRui Falcao(Imagem:Divulgação)Rui Falcao

Presidente fala sobre a atuação do Partido na disputa eleitoral nas capitais e também nas grandes e pequenas cidades.

Na segunda parte da sua entrevista ao Portal do PT, o presidente nacional Rui Falcão fez um balanço a respeito da situação atual do Partido no que diz respeito à disputa eleitoral nas capitais brasileiras para 2012.

“Nós fizemos um balanço junto com a Comissão de Acompanhamento Eleitoral nas capitais. É claro, que nós vamos disputar as eleições em centenas de municípios, mas as capitais tem um peso, pois todas têm horário eleitoral e são regiões que espalham políticas pelo entorno. Nós já temos hoje 14 capitais com candidaturas próprias praticamente definidas.Nós já definimos candidatos próprios em Porto Alegre, São Paulo, Salvador e estamos a vésperas de definir em Fortaleza, Campo Grande, Vitória e tem Goiânia que nós vamos apoiar o nosso companheiro à reeleição, em Macapá teremos candidato próprio, Porto Velho, Rio Branco, em Aracaju, enfim, nesses lugares, a definição é no nosso campo mesmo. E as expectativas são muito otimistas porque o prestigio do PT, do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma são componentes que nos ajudam quando a campanha começar”, afirmou.

Falcão destacou a força política do ex-presidente Lula na eleição na capital paulista. “O ex-presidente Lula aparece com 48% de influencia na decisão do voto, e quase metade dos entrevistados dizem que votariam no candidato indicado pelo Lula. Então são circunstancia que se espalham por todas as capitais e naturalmente não podemos subestimar os adversários e temos que nos organizar e debater programas e fazer alianças. Então foi esse o debate na executiva que nos animou muito para entrar 2012 com essa expectativa de otimismo”.

O presidente falou também sobre a disputa eleitoral nos pequenos municípios e a decisão de realizar cursos preparatórios para os candidatos. “Nós temos que ter uma tática para as grandes cidades, e uma tática diferente para as pequenas cidades, um tratamento diferente, para isto, nós estamos inclusive se organizando para cursos, nós vamos à partir do 1º semestre, logo no começo, a Escola de Formação do PT. Nós vamos estar fazendo cursos para vereadores, prefeitos e prefeitas, principalmente das pequenas cidades”.

Outro ponto destacado por Rui Falcão no programa Entrevista com o Presidente foi o debate sobre a democratização das comunicações e do marco regulatório. Ele informou que na ultima reunião do Diretório Nacional, no dia 2 de dezembro, em Belo Horizonte, foi aprovado uma resolução que da consequência ao Seminário sobre o marco regulatório, realizado no inicio do mês de dezembro em São Paulo.

“Esta resolução, primeiro ela dá continuidade ao debate, segundo ela sugere aos nossos governadores e parlamentares, que na esfera da sua influencia, façam instalar o conselho de comunicação previsto na constituição, estamos também orientando os nossos parlamentares a exigirem do presidente do Congresso, que instalem o conselho de comunicação que está previsto na constituição e em lei também, e queremos dar continuidade à campanha, divulgando nos nossos veículos, nos sites dos nossos parlamentares, vai ser uma campanha permanente, nós vamos levantar a bandeira da democratização também na campanha eleitoral, queremos que os nossos candidatos defendam”

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